A Secretaria Municipal de Saúde de Cruzeiro do Sul confirmou um caso de meningite bacteriana em uma criança de 7 anos matriculada na rede escolar do município. A informação foi divulgada pela coordenação de Vigilância Epidemiológica, que informou que o paciente segue sob acompanhamento médico.

A criança apresentava quadro estável nas últimas atualizações: Foto/Reprodução
De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Rafaela Oliveira, o diagnóstico apontou meningite causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae. Apesar da gravidade da doença, a Secretaria explicou que esse tipo de bactéria, conforme protocolos do Ministério da Saúde, não costuma provocar surtos em ambientes escolares.
“Esse tipo de bactéria geralmente não leva à transmissão em massa e, por isso, não foi necessária a suspensão das aulas nem a realização de quimioprofilaxia nos contatos”, explicou Rafaela.
Segundo a coordenação, equipes da Saúde estiveram na escola logo após a confirmação do caso para orientar alunos, familiares e profissionais sobre prevenção e monitoramento de sintomas.
A Secretaria orienta que pessoas com sinais como febre, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e manchas avermelhadas pelo corpo procurem atendimento médico imediatamente.
Ainda conforme as informações repassadas pela Vigilância Epidemiológica, a criança apresentava quadro estável nas últimas atualizações.
Vacinação continua disponível
A coordenadora de imunização do município, Taiana Felix, destacou que as unidades de saúde da cidade seguem abastecidas com vacinas contra meningite e outras doenças previstas no calendário vacinal.
Segundo ela, a imunização contra meningite começa nos primeiros meses de vida, com doses aplicadas entre os três e cinco meses de idade, além de reforços posteriores e vacinação de adolescentes entre 11 e 14 anos.
“A principal forma de prevenção continua sendo a vacinação. É importante manter a caderneta vacinal atualizada”, ressaltou Taiana.
A Secretaria Municipal de Saúde reforçou ainda orientações preventivas, como higienização frequente das mãos, manutenção de ambientes ventilados e cuidados com a etiqueta respiratória.
