O diretor espanhol Oliver Laxe, do filme Sirāt, desmereceu o desempenho do Brasil no Oscar durante participação em um programa de TV exibido nessa quinta-feira (22/1).
Ao comentar a presença brasileira na Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o cineasta afirmou: “Há muitos brasileiros na Academia e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que se os brasileiros submetessem um sapato ao Oscar, todos votariam nele.”
Oliver Laxe, diretor de ‘Sirāt’, desmerece as conquistas do Brasil no #Oscar.
“Há muitos brasileiros na Academia e nós os adoramos, mas eles são ultranacionalistas. Acho que se os brasileiros submetessem um sapato ao Oscar, todos votariam nele.”
pic.twitter.com/l3rNjEFHKq— VHS CUT (@vhscut) January 23, 2026
A declaração ocorre no ano em que o Brasil registra o maior número de indicações de sua história na premiação.
Em 2026, o país concorre em cinco categorias do Oscar. O filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, aparece em Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Elenco. Já Sonhos de Trem garantiu indicação em Melhor Fotografia, com Adolpho Veloso.
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Wagner Moura em O Agente Secreto
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Wagner Moura e Kleber Mendonça nos bastidores de O Agente Secreto
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Wagner Moura em cena do filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho
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Até então, o recorde brasileiro era de quatro indicações em uma única edição, alcançado por Cidade de Deus (2004).
Nos comentários do vídeo, que circula nas redes sociais, os brasileiros detonaram a fala do diretor. “Oxente! Enquanto a Espanha tá se afundando com verdadeiros movimentos ultranacionalistas cheios de violência discriminatória, esse bicho quer botar a gentecomo exemplo de extremismo? Eu sei bem o nome disso, viu? O choro livre, gringo!”, escreveu um internauta no X (antigo Twitter).
