Mesmo estando sob monitoramento por tornozeleira eletrônica, Gigliola Alves Pinheiro, de 39 anos, foi novamente detida na noite desta sexta-feira (9), após o cumprimento de um mandado de prisão em seu nome. A ação ocorreu na Rua Cláudio Walviacre, localizada no bairro Vitória, região da parte alta de Rio Branco.

A Polícia Militar informou que operações desse tipo têm sido realizadas com frequência nas regiões periféricas da capital: Foto/Reprodução
A prisão foi realizada por policiais militares da Ronda Ostensiva Tática Móvel (ROTAM), equipe subordinada ao Batalhão de Operações Especiais (Bope). Conforme relato da corporação, os agentes foram acionados pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para verificar uma denúncia de possível cárcere privado em um imóvel da área. A informação indicava que gritos por socorro estariam sendo ouvidos no interior da residência.
Após chegarem ao endereço e realizarem averiguações, incluindo contatos com moradores das proximidades, os policiais constataram que não havia nenhuma situação irregular no local, confirmando que a denúncia não procedia.
Durante a identificação das pessoas abordadas, os militares consultaram o nome de Gigliola nos sistemas de segurança e verificaram a existência de um novo mandado de prisão em aberto, desta vez relacionado ao crime de tráfico de drogas. A ordem judicial havia sido expedida ainda naquela sexta-feira, por volta das 14h, e foi cumprida aproximadamente às 20h, apesar de a suspeita já estar sob vigilância eletrônica.
A Polícia Militar informou que operações desse tipo têm sido realizadas com frequência nas regiões periféricas da capital, como parte das ações do Bope para dar cumprimento a decisões judiciais e ampliar o controle da segurança pública.
Diante da constatação, Gigliola recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde ficou à disposição da Justiça para os procedimentos legais.
Em conversa com a equipe policial, a detida afirmou residir atualmente em Rio Branco, na parte alta da cidade, e confirmou ser esposa de um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho no município de Xapuri, conhecido pelo apelido de “Faro Fino”.
