Trump diz que libertação de presos políticos pela Venezuela representa sinal de paz

Donald Trump afirmou que cooperação com governo interino da Venezuela fez com que ele cancelasse segunda onda de ataques prevista ao país

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta sexta-feira (9/1), que a libertação de presos políticos pelo governo interino da Venezuela é um “sinal de paz”. A declaração foi feita nas rede sociais do presidente americano.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump/ Foto: Reprodução

Trump também exaltou o trabalho conjunto entre os EUA e a Venezuela, principalmente em relação “à reconstrução, em uma forma muito maior, melhor e mais moderna, da infraestrutura de petróleo e gás” do país. O americano também afirmou que essa cooperação com a presidente interina da venezuela, Delcy Rodrígues, fez ele cancelar a segunda onda de ataques que faria na Venezuela.

“Devido a essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques anteriormente prevista, que parece não ser necessária. No entanto, todos os navios permanecerão em seus postos por questões de segurança”, afirmou Trump.

O presidente anunciou que pelo menos 100 bilhões de dólares serão investidos pelas grandes empresas petrolíferas e anunciou que se reunirá com elas nesta sexta na Casa Branca.

Libertação de presos políticos

O governo interino da Venezuela anunciou a libertação de prisioneiros políticos do país. Em discurso, nessa quinta-feira (8/1), o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, afirmou que a medida visa “consolidar a paz” no país.

Segundo o chefe do Parlamento da Venezuela, e irmão da atual presidente interina do país, Delcy Rodríguez, serão libertados tanto prisioneiros venezuelanos, quanto estrangeiros.

“É um gesto unilateral do governo bolivariano, com a intenção de contribuir para a convivência pacífica do país”, afirmou Rodríguez.

O parlamentar negou que a decisão tenha sido fruto de negociação com outros governos, mas agradeceu a atuação de mediadores internacionais, como o ex-primeiro-ministro da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governo do Catar.