Divulgação/Warner Bros.

Uma Batalha Após A Outra estreou nos cinemas em setembro e se tornou um dos favoritos para indicações ao Oscar. O filme nasceu da observação do clima político americano atual, que traz conflitos ideológicos semelhantes aos vividos nos anos 1960.
Na produção, Paul Thomas Anderson se inspirou no livro Vineland, de Thomas Pynchon, para abordar os grupos revolucionários, a opressão institucional e a esperança em um radicalismo mergulhado em alianças românticas.


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Leonardo DiCaprio e Paul Thomas Anderson em Uma Batalha Após A Outra
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Leonardo DiCaprio em Uma Batalha Após A Outra
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Chase Infiniti em Uma Batalha Após A Outra
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O livro que traz inspirações para o filme conta a história de um grupo revolucionário fictício, o French 75, que foi alvo da interferência federal e acabou de vez. A ficção mescla política radical, paranoia de Estado, cultura pop e armas de intimidação institucional, criando um retrato colapsado da contracultura.
Em Uma Batalha Após A Outra, o diretor se utiliza da premissa, mas dá uma continuidade aos ideais do grupo em um panorama moderno. A trama política do filme enfatiza como os ideais de revolução e repressão sofridas pelo French 75 continuam vivos mesmo após a extinção do grupo.
As batalhas políticas dos anos 1960, representadas no livro, renovam-se com outros ideais, diferentes formas de opressão e muita memória do passado em um contexto semelhante ao vivido atualmente nos Estados Unidos.
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