Detentos acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva vão a julgamento popular

A decisão foi tomada pelo juiz Fábio Farias, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que considerou haver provas suficientes para levar o caso ao plenário

Dois detentos acusados de assassinarem Cauã Nascimento Silva, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente Marina Silva, terão julgamento popular. A decisão foi tomada pelo juiz Fábio Farias, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que considerou haver provas suficientes para levar o caso ao plenário.

O crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, dentro da residência da vítima, no bairro Taquari, em Rio Branco: Foto/Reprodução

Segundo o processo, Denis da Rocha Tavares e André de Oliveira Silva respondem por homicídio qualificado, motivado por torpeza e com recurso que dificultou a defesa da vítima, além de associação criminosa. As investigações indicam que Cauã teria sido alvo de retaliação após ser flagrado pichando as iniciais de uma facção rival.

O crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, dentro da residência da vítima, no bairro Taquari, em Rio Branco. O autor, armado com uma pistola calibre .40, efetuou diversos disparos antes de fugir em uma motocicleta.

As prisões aconteceram meses depois: André foi localizado em setembro pela Delegacia de Homicídios, enquanto Denis foi detido pela Polícia Militar. O caso, que envolve organizações criminosas e a ligação da vítima com uma autoridade federal, teve grande repercussão na capital acreana. A data do julgamento ainda será definida pela Justiça.