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Morre Lêda Watson, grande gravurista brasileira, aos 93 anos

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SigaGoogle DiscoverHugo Barreto/Metrópoles1 de 1 Lêda Watson nasceu nos Estados Unidos, passou a juventude no Rio de Janeiro e teve formação na Escola de Belas Artes de Paris (França)
– Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Lêda Watson, grande gravurista brasileira, morreu aos 93 anos no último domingo (7/6). A informação foi divulgada nas redes sociais, sem citar a causa da morte.

Lêda Saldanha da Gama Watson, mais conhecida como Lêda Watson, foi uma artista plástica, artista visual e gravurista brasileira. Graduada em artes plásticas no Rio de Janeiro (Escola Nacional de Belas Artes), em Paris (Ecole Nationale de Beaux Arts-Sorbonne) e Brasília (UnB), a artista se especializou em gravura em metal.

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Lêda Watson nasceu nos Estados Unidos, passou a juventude no Rio de Janeiro e teve formação na Escola de Belas Artes de Paris (França)

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Lêda Watson nasceu nos Estados Unidos, passou a juventude no Rio de Janeiro e teve formação na Escola de Belas Artes de Paris (França)

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Lêda Watson nasceu nos Estados Unidos, passou a juventude no Rio de Janeiro e teve formação na Escola de Belas Artes de Paris (França)

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Ao longo da carreira, foi professora de gravura, tendo ministrado vários cursos, palestras e oficinas em universidades e museus do Brasil e do exterior por mais de 30 anos.

A artista também criou uma escola de gravura em seu próprio ateliê, onde formou novos gravuristas de 1975 a 1987. Lêda também fundou o Núcleo de Gravadores de Brasília e o Clube da Gravura.

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Como agente cultural, criou o primeiro Museu de Arte de Brasília, foi coordenadora de museus da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, coordenou prêmios regionais e nacionais de artes plásticas e fez a curadoria brasileira na X Bienal Internacional de Gravura de Valparaíso, Chile.

Com obras em espaços como o Museu Nacional de Brasília e a Biblioteca Nacional de Paris, Lêda foi uma das figuras mais importantes na construção de um cenário artístico na capital. Ela soma 420 artistas treinados ao longo dessas décadas, que hoje se encontram atuantes na capital e em diversos países.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

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