Página inicialEntretenimentoArtes Plásticas
Compartilhar notícia
SigaGoogle DiscoverReprodução/Instagram1 de 1 Foto colorid do artista argentino Julio Le Parc
– Foto: Reprodução/Instagram
O artista argentino Julio Le Parc morreu no sábado (30/5), aos 97 anos. Considerado um dos pioneiros da arte cinética, ele ficou conhecido por criar obras que combinavam movimento, luz e ilusões ópticas. A causa da morte não foi divulgada.
Nos últimos anos, Le Parc enfrentava problemas de saúde, incluindo sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC). Mesmo assim, sua influência permaneceu presente em museus, galerias ao redor do mundo.
3 imagensFechar modal.1 de 3
Julio Le Parc construiu uma carreira de destaque internacional
Reprodução/Instagram2 de 3
Julio Le Parc revolucionou a arte com luz e movimento
Reprodução/Instagram3 de 3
Julio Le Parc se tornou referência da arte contemporânea
Reprodução/Instagram
Nascido em 1928, na cidade de Mendoza, na Argentina, o artista mudou-se ainda jovem para Paris. Na capital francesa, ajudou a fundar o Groupe de Recherche d’Art Visuel (GRAV), coletivo que defendia a participação ativa do público em exposições e a democratização da experiência artística.
A produção de Le Parc acompanhou esses princípios. Após iniciar a carreira com pinturas e guaches, passou a criar estruturas cada mais complexas, incorporando materiais industriais, luzes e elementos suspensos capazes de alterar a percepção visual de quem observava as obras.
Leia também
Celebridades
Após polêmica, Marcos Oliveira celebra aniversário no Retiro dos Artistas. Veja
Vida & Estilo
Constelações Contemporâneas terá visita guiada gratuita com artistas que integram a exposição neste sábado
Ciência
Paleoartistas recriam mamíferos gigantes extintos há quase 10 mil anos
Fábia Oliveira
Péricles e Thiaguinho: saiba os cachês dos artistas da Virada Cultural
Os efeitos ópticos e as variações provocadas pelo movimento transformavam cada visita em uma experiência diferente, tornando o trabalho uma referência internacional da arte contemporânea.
A relação de Le Parc com o Brasil se fortaleceu a partir de 2001, quando ele passou a ser representado pela galerista Nara Roesler. Desde então, a galeria promoveu 18 exposições dedicadas ao artista em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York.
O reconhecimento de sua trajetória segue em destaque. A Tate Modern, em Londres, programa uma grande retrospectiva da obra de Le Parc, com abertura marcada para em 11 de junho e visitação prevista até maio de 2027.
Fique por dentro!
Receba notícias de Entretenimento/Celebridades no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Metrópoles no WhatsApp.
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Metrópoles Fun no Instagram.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

