“A verdade tem que ser dita”, diz ministro sobre números do governo Lula

COMPARTILHAR0SigaSiga Google Discover Ministro defendeu números da economia brasileira. — Foto: ContilNet

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, cumpriu agenda no Acre nesta sexta-feira (5), durante o lançamento do Programa Inova, que marcou a entrega de máquinas, equipamentos e veículos destinados a fortalecer a infraestrutura e os serviços públicos nos municípios acreanos.

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Durante a solenidade, o ministro destacou ações do governo federal e apresentou indicadores econômicos e sociais do país. Ao comentar os resultados, afirmou que parte da população resiste em reconhecer os avanços apresentados pelos números oficiais.

“Eu queria também agregar isso e dizer que, apesar das diferenças de pensamento, de opiniões, de matriz política e de partido, mas é preciso que eu registre números importantes, porque parece que a gente ou não quer aceitar, ou apenas, por uma escolha política, se fecha e não quer entender”, declarou.

Na sequência, Waldez citou dados relacionados ao crescimento econômico, mercado de trabalho, renda e desenvolvimento humano.

“O PIB do Brasil, nos quatro anos antes do presidente Lula, cresceu, na média, 1,43%. Nos primeiros três anos do governo Lula, cresceu, na média, 2,97%. Dobrou o crescimento do PIB. Estamos comemorando 5 milhões de empregos com carteira assinada no país e a menor taxa de desemprego da história. O desemprego chegou a mais de 12%. Hoje está em 5,8%. Posso não aceitar, mas a verdade tem que ser dita”, afirmou.

O ministro também destacou o aumento da renda média do trabalhador brasileiro e os avanços no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

“A média histórica agora, neste primeiro trimestre do ano, saltou para R$ 3.772. É histórico. O Brasil passou para o patamar dos países com melhor desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano. Pela primeira vez, passou para um outro patamar na questão do IDH, e isso também é motivo para comemoração”, disse.
Durante o discurso, Waldez Góes ainda ressaltou investimentos voltados ao agronegócio e à agricultura familiar, além da ampliação de mercados para produtos brasileiros.

“Da agricultura familiar, pulou de R$ 53 bilhões para R$ 89 bilhões, quase R$ 90 bilhões destinados ao Plano Safra. E mais: foram abertos 616 novos mercados para o Brasil comercializar seus produtos”, destacou.

Ao final, o ministro falou sobre os desafios climáticos enfrentados pela região amazônica e afirmou que o governo federal segue acompanhando os impactos de eventos extremos.

“O que a gente quer ver é que não aconteçam problemas nem de enchente nem de estiagem. Infelizmente, este ano, teremos um cenário de estiagem. O El Niño vem forte e vai nos desafiar muito. Talvez se repita o que ocorreu em 2024: onde seca, seca mais; onde chove, chove mais. Isso é desafiador. A gente não quer enfrentar perrengue”, concluiu.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: ContilNet por Juan Vinícius, ContilNet