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Tem brasileiro? The Guardian elege 100 melhores romances da história

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– Foto: Unplash

O jornal britânico The Guardian divulgou uma lista com os 100 melhores romances de todos os tempos. O ranking foi elaborado a partir dos votos de 170 autores, críticos e intelectuais de diferentes regiões, entre eles o estadunidense Stephen King e o indiano-britânico Salman Rushdie. Não há representantes brasileiros na lista e a Améria Latina conta com apenas duas obras.

O primeiro lugar ficou com Middlemarch: um Estudo da Vida Provinciana, publicado em 1871 por George Eliot, pseudônimo da escritora britânica Mary Ann Evans. Na sequência aparecem Amada (1987), de Toni Morrison, e Ulysses (1920), de James Joyce, que completam o pódio.

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Entre os representantes latino-americanos estão Cem Anos de Solidão (1967), do colombiano Gabriel García Márquez, na 17ª posição, e Pedro Páramo (1955), do mexicano Juan Rulfo, que aparece no 96º lugar.

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O livro mais recente da lista é A Amiga Genial, lançado em 2011 pela italiana Elena Ferrante, que ocupa a 53ª posição. A obra mais antiga é Dom Quixote, publicada originalmente em 1605 por Miguel de Cervantes e colocada no 26º lugar.

A autora que mais aparece no ranking é Virginia Woolf, com cinco romances: Passeio ao Farol (1927), Mrs. Dalloway (1925), Orlando (1928), As Ondas (1931) e O Quarto de Jacó (1922).

Confira o ranking completo dos romances:

Middlemarch: Um Estudo da Vida Provinciana – George Eliot, 1871
Amada – Toni Morrison, 1987
Ulysses – James Joyce, 1920
Passeio Ao Farol – Virginia Woolf, 1927
Em Busca do Tempo Perdido – Marcel Proust, 1913
Anna Karenina – Liev Tolstói, 1878
Guerra e Paz – Liev Tolstói, 1867
Jane Eyre – Charlotte Brontë, 1847
Orgulho e Preconceito – Jane Austen, 1813
Madame Bovary – Gustave Flaubert, 1856
O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald, 1925
A Casa Soturna – Charles Dickens, 1853
Emma – Jane Austen, 1815
Mrs. Dalloway – Virginia Woolf, 1925
Moby Dick – Herman Melville, 1851
1984 – George Orwell, 1949
Cem Anos de Solidão – Gabriel García Márquez, 1967
Persuasão – Jane Austen, 1817
A Vida e Opiniões de Tristram Shandy – Laurence Sterne, 1759
O Morro dos Ventos Uivantes – Emily Brontë, 1847
Retrato de uma Senhora – Henry James, 1881
O Mundo se Despedaça – Chinua Achebe, 1958
Os Filhos da Meia-Noite – Salman Rushdie, 1981
Os Vestígios do Dia – Kazuo Ishiguro, 1989
Lolita – Vladimir Nabokov, 1955
Dom Quixote – Miguel de Cervantes, 1605
O Processo – Franz Kafka, 1925
Os Irmãos Karamazov – Fiódor Dostoiévski, 1880
Fogo Pálido – Vladimir Nabokov, 1962
Frankenstein – Mary Shelley, 1818
A Primavera Da Srta. Jean Brodie – Muriel Spark, 1961
O Deus das Pequenas Coisas – Arundhati Roy, 1997
David Copperfield – Charles Dickens, 1850
Wolf Hall – Hilary Mantel, 2009
Grandes Esperanças – Charles Dickens, 1861
O Conto da Aia – Margaret Atwood, 1985
O Homem Invisível – H. G. Wells, 1897
A Época da Inocência – Edith Wharton, 1920
Seus Olhos Viam Deus – Zora Neale Hurston, 1937
A Canção de Solomon – Toni Morrison, 1977
Coração das Trevas – Joseph Conrad, 1899
A Montanha Mágica – Thomas Mann, 1924
Housekeeping – Marilynne Robinson, 1980
O Quarto de Giovanni – James Baldwin, 1956
O Carnê Dourado – Doris Lessing, 1962
O Leopardo – Giuseppe Tomasi di Lampedusa, 1958
Feira das Vaidades: Vanity Fair – William Makepeace Thackeray, 1848
A Metamorfose – Franz Kafka, 1915
Um Delicado Equilíbrio – Rohinton Mistry, 1995
Vasto Mar de Sargaços – Jean Rhys, 1966
A Amiga Genial – Elena Ferrante, 2011
A Taça de Ouro – Henry James, 1904
O Trânsito de Vênus – Shirley Hazzard, 1980
Orlando – Virginia Woolf, 1928
As Ondas – Virginia Woolf, 1931
Mansfield Park – Jane Austen, 1814
O Som e a Fúria – William Faulkner, 1929
Desonra – J. M. Coetzee, 1999
Não me Abandone Jamais – Kazuo Ishiguro, 2005
Howard’s End – E. M. Forster, 1910
Os Anéis de Saturno: Uma Peregrinação Inglesa – W. G. Sebald, 1995
Meio Sol Amarelo – Chimamanda Ngozi Adichie, 2006
Dentes Brancos – Zadie Smith, 2000
O Bom Soldado – Ford Madox Ford, 1915
A Cor Púrpura – Alice Walker, 1982
O Mestre e Margarida – Mikhail Bulgákov, 1967
O Homem Sem Qualidades – Robert Musil, 1930
Meridiano de Sangue – Cormac McCarthy, 1985
Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski, 1866
Judas, o Obscuro – Thomas Hardy, 1895
Kindred: Laços de Sangue – Octavia E. Butler, 1979
Nosso Amigo em Comum – Charles Dickens, 1865
Austerlitz – W. G. Sebald, 2001
Condições Nervosas – Tsitsi Dangarembga, 1988
O Olho Mais Azul – Toni Morrison, 1970
Drácula – Bram Stoker, 1897
O Arco-íris – D. H. Lawrence, 1915
Uma Casa para o Sr. Biswas – V.S. Naipaul, 1961
Proclamem nas Montanhas – James Baldwin, 1952
Rebecca – Daphne du Maurier, 1938
Os Buddenbrook – Thomas Mann, 1901
Fim de Caso – Graham Greene, 1951
Adeus às Armas – Ernest Hemingway, 1929
O Talentoso Ripley – Patricia Highsmith, 1955
A Vegetariana – Han Kang, 2007
A Outra Volta do Parafuso – Henry James, 1898
A Linha da Beleza – Alan Hollinghurst, 2004
Ragtime – E. L. Doctorow, 1975
A Mão Esquerda da Escuridão – Ursula K. Le Guin, 1969
O Quarto de Jacó – Virginia Woolf, 1922
Vida e Destino – Vasily Grossman, 1980
A Educação Sentimental – Gustave Flaubert, 1869
As Cidades Invisíveis – Italo Calvino, 1972
O Mundo Conhecido – Edward P. Jones, 2003
O Retorno do Nativo – Thomas Hardy, 1878
Pedro Páramo – Juan Rulfo, 1955
Ardil-22 – Joseph Heller, 1961
A Estrada – Cormac McCarthy, 2006
O Mensageiro – L. P. Hartley, 1953
My Ántonia – Willa Cather, 1918

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

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