Mulher morre após complicações em cirurgia plástica em SP

COMPARTILHAR0SigaSiga Google Discover Vítima passou por operação na última segunda-feira e apresentou quadro clínico grave ainda nas instalações do Ibirapuera/ Foto: Reprodução

Uma mulher de 39 anos morreu após sofrer complicações decorrentes de uma cirurgia plástica realizada em uma unidade hospitalar no bairro do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. De acordo com informações oficiais da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), a paciente foi acometida por uma parada cardiorrespiratória poucas horas após o término do procedimento estético.

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Familiares da vítima relataram que a intervenção cirúrgica foi executada na segunda-feira (11). O quadro clínico da paciente apresentou uma piora súbita e severa ainda no período pós-operatório imediato. A natureza específica do procedimento cirúrgico estético não foi informada pelas autoridades até o momento.

Diante do agravamento dos sintomas e da necessidade de suporte intensivo, a mulher foi transferida de emergência para outro complexo hospitalar, localizado no bairro de Indianópolis, também na zona sul da capital paulista.

A paciente permaneceu internada sob monitoramento na unidade de terapia por dois dias. Apesar das manobras médicas aplicadas pelas equipes de saúde para reverter a disfunção clínica, ela não resistiu às sequelas das complicações e o óbito foi constatado na última quinta-feira (14).

Apuração jurídica e exames periciais

Ocorrências dessa natureza exigem a intervenção das autoridades policiais para descartar negligência, imperícia ou imprudência. O caso foi formalmente registrado no 27º Distrito Policial (Campo Belo) sob as tipificações jurídicas de morte suspeita e morte súbita sem causa determinante aparente.

O corpo da mulher foi removido e encaminhado à sede do Instituto Médico Legal (IML) da capital, onde foi submetido a exames necroscópicos e testes laboratoriais específicos. O laudo pericial final, que deve ser emitido nas próximas semanas, indicará as causas patológicas exatas que desencadearam a parada cardiorrespiratória.

Os investigadores da Polícia Civil de São Paulo já iniciaram a coleta de depoimentos dos familiares, além de solicitar os prontuários médicos detalhados de ambos os hospitais para esclarecer a dinâmica do atendimento e apurar eventuais responsabilidades profissionais.

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