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– Foto: Reprodução
Jonas Barros de Oliveira, conhecido artisticamente como Gigante e MC GG, foi encontrado morto em um cemitério clandestino região de Heliópolis, na zona sul de São Paulo. A recente ligação do cantor de funk com uma produtora musical está sendo investigada.
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Jonas Barros de Oliveira, o Gigante, teve o corpo identificado pela família nesta quarta-feira (27/5). Além de MC, ele era produtor musical
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O cemitério clandestino em São Paulo teve quatro mortes contabilizadas
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Além de Gigante, outras pessoas relacionadas com a produtora foram encontradas enterradas no local
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Jonas Barros de Oliveira, o Gigante, teve o corpo identificado pela família nesta quarta-feira (27/5). Além de MC, ele era produtor musical
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Além de Gigante, outras pessoas relacionadas com a produtora foram encontradas enterradas no local
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Além de Gigante, outras pessoas relacionadas com a produtora foram encontradas enterradas no local
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O funkeiro de 25 anos iniciou a carreira há três anos e buscava uma oportunidade de impulsionar o trabalho. Por isso, há quatro meses, fechou dois videoclipes com a produtora Damassaclan, mesmo sem ser contratado pela empresa.
Entretanto, segundo apuração do Metrópoles, o funkeiro recebeu ameaças de morte após se recusar a fechar contrato com outra produtora. Este é um dos fatores em investigação que pode estar ligado com a morte de Gigante pelo “tribunal do crime”.
Produtora investigada
A produtora Damassaclan passa a ser investigada pela morte do artista e também pelas execuções de Werlen Moitinho Vieira e Francisco Rubens Souza Cruz, que também foram mortos e identificados no cemitério clandestino.
Segundo a investigação, Werlen e Rubens trabalhavam para a Damassaclan, movimento ligado ao rap e ao funk em São Paulo.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

