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SigaGoogle DiscoverReprodução1 de 1 Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
– Foto: Reprodução
O drama biográfico Dark Horse acompanha Jair Bolsonaro desde a recuperação do atentado sofrido em 2018 até a queda política e jurídica retratada em um futuro imaginado pelos autores.
Após o roteiro da produção ser divulgado pela coluna Demétrio Vecchioli, do Metrópoles, o debate em torno do filme ganhou força nas redes sociais. Entre os trechos que mais repercutiram está um diálogo inusitado entre Bolsonaro e um enfermeiro gay.
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Jim Caviezel como Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Cena do 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Cena do 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Filme de Bolsonaro trará personagem inspirado em Adélio Bispo de Oliveira
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Jim Caviezel no 1º trailer de Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro
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Na cena, Bolsonaro aparece internado, em recuperação da facada sofrida durante a campanha presidencial. Enquanto observa os equipamentos do hospital e o profissional responsável por seus cuidados, o enfermeiro Gaspar percebe o olhar do ex-presidente e antecipa: “Sim, se você está se perguntando, eu sou gay”.
O roteiro descreve que Bolsonaro reage com uma expressão de obviedade antes de perguntar: “Tenho seu voto?” Gaspar responde de imediato: “Acho que não”.
Apesar do clima de tensão, a relação entre os dois personagens muda ao longo da trama. Em uma das cenas finais, eles se abraçam e Bolsonaro comenta: “Cuidado, talvez eu ainda consiga o seu voto”. Leia o roteiro completo.
Dark Horse e a comunidade LGBT
O longa também traz outro momento inspirado em um episódio real envolvendo a comunidade LGBT. Em 2011, o jornalista Felipeh Campos sentou no colo de Bolsonaro durante uma entrevista, em uma ação que definiu como um “teste” para a homofobia do então deputado.
No filme, a referência surge durante uma entrevista fictícia em que Bolsonaro se irrita ao ser questionado sobre pessoas LGBT. “Por que tudo volta aos homossexuais? Você deveria me perguntar sobre como quero mudar o país, mas pergunta sobre os homossexuais”, diz o personagem.
A jornalista, então, relembra o episódio em que um homem gay sentou no colo do político e arrancou risadas dele, em clara alusão ao caso envolvendo Felipeh Campos. Na sequência, Bolsonaro responde: “Ri porque foi engraçado. Sou uma pessoa real, sou rude, falo palavrão e gargalho, então me façam presidente”. A fala é seguida por aplausos da plateia fictícia.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles
