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SigaGoogle DiscoverDivulgação/ Paris Filmes1 de 1 O diretor de Sexo e Destino, filme inspirado em obra psicografada por Chico Xavier, quis retratar a justiça divina e não a do homem – Metrópoles
– Foto: Divulgação/ Paris Filmes
Com estreia marcada para esta quinta-feira (21/5), o filme Sexo e Destino, inspirado em livro psicografado por Chico Xavier, adapta para os dias atuais a história das famílias Nogueira e Torres. A trama acompanha personagens marcados por traições, violência, vingança e abusos, enquanto enfrentam consequências espirituais e emocionais de suas escolhas.
Durante entrevista ao Metrópoles, o diretor Márcio Trigo explicou que alguns crimes retratados na obra original foram suavizados na adaptação para o cinema. O cineasta também comentou sobre o fato de personagens que cometeram crimes previstos por lei encontrarem paz espiritual ao longo da trama, o que poderia gerar interpretações sobre “perdão” religioso.
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“Não é a justiça do homem que vai perdoar, é a justiça divina que perdoa. Essa justiça divina é a que nós queremos mostrar. Se não, a gente faria um filme policial”, afirmou.
A atriz Letícia Augustin, protagonista do longa, afirmou que os conflitos apresentados na história ajudam o público a se identificar com os personagens e refletir sobre as situações retratadas.
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Sexo e Destino, inspirado em livro psicografado por Chico Xavier, estreia nesta quinta-feira (21/5)
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O filme narra as complexas relações entre as famílias Nogueira e Torres, só que adaptado para os dias atuais
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O longa, inclusive, retrata alguns crimes que, segundo o diretor, Márcio Trigo, foram suavizados em comparação com a obra clássica
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Para o diretor, o filme foi feito para mostrar que “não é a justiça do homem que vai perdoar, é a justiça divina que perdoa”
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“Essa justiça divina é a que nós queremos mostrar. Se não, a gente faria um filme policial”, pontuou Márcio
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A atriz Letícia Augustin, que interpreta a protagonista, opinou que o filme retrata que os personagens possuem vários conflitos e que estas questões servem para que os telespectadores se identifiquem e possam se despertar
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Márcio Trigo também revelou que Sexo e Destino não foi pensado com exclusividade ao público que conhece a doutrina espiríta
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“No final, é isso: como são vários e diferentes [conflitos], não tem como você não pisar ali e você não se sentir tocado. Então, eu acho que é esse o grande bacana desse filme, que vai conseguir trazer, também, até essas pessoas que não têm esse entendimento espiritual para serem cativadas”, falou. O ator Tato Gabus Mendes concordou com a colega.
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Márcio Trigo também revelou que Sexo e Destino não foi pensado com exclusividade ao público que conhece a doutrina espiríta.
“Eu acho que o filme, da maneira que foi feito, ele atinge não só o público espírita e atinge também o público leigo. O filme é meio didático mesmo. Então, é quase como uma iniciação”, disse.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

