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Ao lado de Nikolas, Bittar alfineta adversários: “Hoje sequer vivem no Acre”

COMPARTILHAR0SigaSiga Google Discover Senador afirmou que a presença e a visibilidade nacional de Nikolas ajudam a mostrar ao país o que acontece na região. — Foto: Juan Vicent Diaz/ContilNet

Durante discurso no evento do Partido Liberal realizado nesta terça-feira (20), em Rio Branco, o senador Márcio Bittar fez críticas indiretas a pessoas que, segundo ele, “declaram amor pelo Acre”, mas atualmente não vivem no estado.

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A fala ocorreu durante a recepção ao deputado federal Nikolas Ferreira, que cumpre agenda no Acre.

Ao comentar a visita de Nikolas, Bittar afirmou que o parlamentar mineiro foi atraído pela “causa amazônica” e pela situação enfrentada pelas famenador afirmou que a presença e a visibilidade nacional de Nikolas ajudam a mostrar ao país o que acontece na regiãoílias que vivem na floresta. “Não fui eu que conquistei o Nicolas. Quem conquistou o Nicolas para passar três dias aqui foi a causa amazônica”, declarou.

Em seguida, o s e disse que isso tem incomodado algumas pessoas.

“Hoje ele já está dizendo para o mundo inteiro o que verdadeiramente acontece aqui. E é isso que incomoda tantas pessoas que declararam amor pelo Acre e hoje sequer vivem aqui”, afirmou.

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Durante o discurso, Bittar também criticou a situação de famílias que vivem em áreas de preservação ambiental, citando como exemplo a Reserva Chico Mendes. Segundo o senador, centenas de famílias vivem em situação de insegurança dentro da reserva e podem ser retiradas das áreas onde moram.

“O Estado brasileiro fez essas pessoas serem invasoras. Criaram reserva onde tinha gente. Hoje a Reserva Chico Mendes, por exemplo, tem 800 famílias revoltadas. Elas podem ser expulsas. E vão expulsas para onde? Vão trabalhar onde? Viver aonde?”, questionou.

Bittar também afirmou que a população amazônica acaba sendo esquecida nos debates nacionais sobre preservação ambiental e criticou o que chamou de excesso de foco apenas na floresta.

“A mídia brasileira e mundial fala da floresta toda hora. Mas quase nunca se vê uma matéria falando da vida de quem vive aqui dentro. Somos quase 28 milhões de pessoas e nos tornamos a região mais pobre do Brasil”, disse.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: ContilNet por Anne

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