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Sob pressão de partidos, Marina Silva vê vaga ao Senado em SP ameaçada

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📸 Foto Destaque: Reprodução⏱️ 2 minutos de leitura⚕️ Revisado por Especialista

A corrida por uma vaga ao Senado na chapa da esquerda em São Paulo ganhou novos capítulos e colocou a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva no centro das articulações políticas. Mesmo diante de pressões internas e movimentações de aliados, a ex-presidenciável decidiu manter sua candidatura e continuar na disputa por espaço na composição eleitoral liderada por Fernando Haddad (PT).

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Nos bastidores, a definição das candidaturas ao Senado ainda está em aberto. Embora aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmem que a chapa não está fechada, diferentes partidos já começaram a se movimentar para garantir posição, o que intensificou a disputa dentro do próprio campo político. Um dos principais movimentos partiu do ex-ministro Márcio França (PSB), que anunciou publicamente sua pré-candidatura ao Senado e apresentou o ex-prefeito de Barueri, Rubens Furlan, como possível suplente.

Segundo informações do site Metrópoles, a antecipação foi interpretada por aliados como uma tentativa de consolidar apoio antes da decisão final da coligação. Enquanto isso, Marina Silva segue como um dos nomes considerados para a segunda vaga ao Senado.

A ministra optou por permanecer na Rede Sustentabilidade, mesmo após divergências internas no partido, reforçando a intenção de disputar o cargo por São Paulo. Nos últimos meses, ela chegou a ser convidada por outras siglas, como PSOL, PSB e PT, mas decidiu manter sua filiação.

Dentro das negociações, integrantes do PT avaliam que o fato de Marina estar em um partido menor pode dificultar sua posição nas conversas políticas. Ainda assim, aliados da ex-ministra defendem que sua trajetória nacional e sua atuação histórica na pauta ambiental mantêm seu nome competitivo.

A disputa ganhou ainda mais atenção porque cada estado elegerá dois senadores nas próximas eleições, com mandatos de oito anos. Uma das vagas já teria sinalização de apoio à ex-ministra do Planejamento Simone Tebet, que se filiou ao PSB após deixar o MDB para integrar o grupo político ligado a Haddad.

Nos bastidores, aliados de Marina interpretam o anúncio antecipado de França como uma estratégia para pressionar a definição da chapa. Também existe preocupação entre integrantes da coligação sobre o espaço ocupado pelo PSB, que já integra outras posições importantes na aliança nacional.

Antes das movimentações eleitorais, chegou a ser cogitada a permanência de França no governo federal em outro ministério. No entanto, ele deixou o cargo dentro do prazo exigido pela legislação eleitoral, garantindo a possibilidade de concorrer nas eleições de outubro.

Fonte: ContilNet

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