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Que Horas Ela Volta? recebeu verba pública para disputar o Oscar

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– Foto: Reprodução

O filme Que Horas Ela Volta? foi contemplado em 2015 por meio de um programa do Governo Federal que apoia produções brasileiras na disputa por uma vaga no Oscar. A obra recebeu R$ 242 mil da Agência Nacional do Cinema (Ancine) para a campanha internacional.

No longa, Regina Casé interpreta Val, uma empregada doméstica que deixa a filha ainda pequena no interior de Pernambuco para trabalhar na casa de uma família em São Paulo. O filme se tornou um sucesso nacional e foi aposta para representar o Brasil no Oscar 2016.

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Que Horas Ela Volta? foi lançado em 2015

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Que Horas Ela Volta? tem Regina Casé como protagonista

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Que Horas Ela Volta? foi um dos filmes apoiados na corrida ao Oscar

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Apesar do incentivo, o longa não conseguiu indicação e ficou de fora das seleções iniciais feitas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

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A história de Que Horas Ela Volta?

Dirigido por Anna Muylaert, o filme acompanha a trajetória de Val, que passa 13 anos trabalhando como babá de Fabinho (Michel Joelsas), enquanto tenta lidar com a distância da filha, Jéssica (Camila Márdila).

Ao se aproximar o vestibular, Jéssica decide ir para São Paulo. A chegada da jovem altera a rotina da casa e expõe conflitos sociais e familiares, levando a protagonista a repensar as escolhas de vida.

Programa de Apoio ao Oscar

A cada ano, a Academia Brasileira de Cinema (ABC) escolhe o filme que representa o país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional. Em seguida, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas define os indicados finais.

Desde então, além de O Agente Secreto, apenas O Menino e o Mundo conseguiu uma indicação, concorrendo ao prêmio de Melhor Animação em 2016. A produtora de Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, optou por não receber o apoio financeiro.

Administrado pela Ancine, o programa tem como objetivo ampliar a visibilidade internacional do filme selecionado para representar o Brasil no Oscar, com foco na categoria de Melhor Filme Internacional.

Mais recentemente, O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, recebeu R$ 800 mil por meio do programa e conquistou quatro indicações ao Oscar 2026, mas não venceu nenhuma categoria.

Os recursos são provenientes do orçamento da própria Ancine, conforme a dotação prevista para cada ano. Em quatro ocasiões, a Secretaria do Audiovisual (SAV) complementou o apoio financeiro.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

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