COMPARTILHAR0SigaSiga Google Discover PRF apreende 11 mil maços de cigarros em veículo interceptado em Acrelândia/ Foto: PRF
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Acre intensificou, nos últimos dias, as ações de patrulhamento e fiscalização em rodovias estaduais e federais com o objetivo de frear o comércio ilegal de mercadorias estrangeiras e combater crimes transfronteiriços na região amazônica. As operações recentes resultaram na interceptação de cargas ilícitas de grande volume e no cumprimento de mandados de prisão.
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Flagrante em Acrelândia
Na rodovia AC-475, em uma ação conjunta com a Polícia Militar, os agentes da PRF abordaram um veículo de passeio que apresentava sinais de excesso de peso e vidros com película escura. A inspeção confirmou a suspeita: o carro transportava 11.000 maços de cigarros de origem estrangeira, das marcas Point e FarStar.
Além do contrabando, a fiscalização identificou que a passageira do veículo possuía contra si dois mandados de prisão em aberto por tráfico de drogas, emitidos pelas comarcas de Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Os envolvidos, o veículo, a carga e os valores em espécie encontrados foram levados à sede da Polícia Federal em Rio Branco para os procedimentos cabíveis.
Apreensão no Bujari
Em uma segunda frente de atuação, ocorrida na BR-364, no município de Bujari, a PRF interceptou uma caminhonete que transportava uma carga volumosa. Durante a abordagem, os policiais encontraram 87 caixas de produtos diversos sem o devido desembaraço aduaneiro.
O condutor admitiu aos agentes que a mercadoria era oriunda da Bolívia e tinha como destino final a cidade de Sena Madureira. O caso foi registrado como descaminho, devido à entrada irregular de mercadorias no país sem a documentação fiscal exigida ou o pagamento de impostos. Os produtos foram apreendidos e entregues à Receita Federal em Rio Branco para as providências administrativas e tributárias.
A PRF reforça que a vigilância constante nas rotas que cortam a fronteira é essencial não apenas para proteger a economia nacional contra a concorrência desleal, mas também para desarticular o financiamento de atividades criminosas que utilizam o contrabando como fonte de custeio na Amazônia.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: ContilNet por Fhagner Soares, ContilNet

