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Netflix pagou cachê para Suzane von Richthofen por doc, diz colunista

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– Foto: Reprodução/Internet.

Suzane von Richthofen decidiu falar, 24 anos após o assassinato dos pais, em uma produção documental que será lançada pela Netflix. Para garantir o depoimento, o streaming teria pago cerca de R$ 500 mil para a parricida dar a versão dela das fatos.

Segundo o colunista Gabriel Vaquer, do Outro Canal, o streaming pagou o valor diretamente para a assassina. Em nota enviada ao Metrópoles, a Netflix disse: “Não divulgamos detalhes das produções”.

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Suzane Von Richthofen se tornou uma das criminosas mais conhecidas do país após planejar o assassinato dos próprios pais

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Em 31 de outubro de 2002, Suzane, então com 19 anos, planejou o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen dentro da casa da família, em São Paulo

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Ela teve a ajuda do então namorado, Daniel Cravinhos, e do irmão dele, Christian Cravinhos. Suzane os levou até a mansão da família e abriu a porta para os irmãos, que entraram na residência e mataram os pais dela de forma violenta

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Depois do crime, Suzane ajudou a encenar um assalto para despistar a polícia. No início, o caso foi tratado como latrocínio, mas inconsistências nos depoimentos e nas provas levaram à descoberta do envolvimento dela

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Em 2006, ela e os irmãos Cravinhos foram julgados e condenados

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Suzane e Daniel foram condenados a 39 anos de prisão, enquanto Christian teve pena fechada em 38 anos

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O principal motivo do crime foi o relacionamento de Suzane com Daniel, que não era aceito pelos pais, além de interesse na herança dos Richthofen

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Em 2015, após quase 10 anos na prisão, ela passou para o regime semiaberto. Em 2023, recebeu progressão de pena para regime aberto

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Hoje, Suzane vive fora da prisão, mantendo uma vida discreta. Ela se casou, teve um filho e chegou a cursar faculdade

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O crime de Suzane von Richthofen será tema de um documentário da Netflix, ainda sem data para estrear

Divulgação

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O que diz a lei sobre Suzane receber cachê?

Produções de true crime costumam fazer sucesso no streaming, tanto ficcionais como documentários. Em todos os casos, a dúvida sobre um possível cachê recebido pelos criminosos reacende debates.

Em entrevista ao Metrópoles, Leonardo Aquino, professor de direito do Centro Universitário de Brasília, explica que apenas situações que extrapolem o que está nos autos de um processo podem gerar indenização.

“Só haverá o direito de indenizar se aquilo extrapolar as situações dentro do processo que foi retratado. Vamos imaginar uma situação hipotética: se usa uma fotografia de uma pessoa retratada que não foi adquirida nos autos, que foi obtida por outros meios que não o previsto nos autos do processo, sem a devida identificação de onde foi retirada. [Nesse caso,] é possível ter uma indenização.”

A advogada Erika Lenehr acrescenta que a decisão deve equilibrar dois direitos fundamentais: o da liberdade de expressão e o da proteção à personalidade.

“A lei não vai proibir, a gente vai utilizar a liberdade de expressão e de criação dentro daqueles parâmetros, desde que você não adentre à vida privada e à intimidade daquela pessoa que cometeu o crime. Isso (ferir a intimidade e vida privada) normalmente acontece quando a pessoa faz julgamentos ou suposições do que a pessoa pudesse estar pensando porque agiu daquela forma”, exemplifica.

Documentário de Suzane

Após a grande repercussão da série Tremembé, Suzane von Richthofen decidiu voltar a falar sobre o passado e o assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen. Ela concedeu entrevista sobre o assunto para um futuro documentário da Netflix sobre o crime, que rendeu condenação de 39 anos de prisão para a parricida.

O longa-metragem não tem data de lançamento prevista e foi revelado por Ullisses Campbell na coluna True Crime. Segundo o jornalista, ela topou contar a versão dela dos fatos desde a infância até o crime emblemático, dando a visão dela da história sobre a relação com os parentes.

Suzane diz que a casa que vivia com os pais, palco do assassinato, era um ambiente sem afeto e marcado por cobranças, principalmente por parte do pai. Segundo Ullisses, ela diz: “Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”.

Ela ainda conta ter visto o pai enforcar a mãe. “Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível”, relembrou.

No documentário, Suzane também detalha a relação com Daniel e Christian Cravinhos. Ela garante que não teve relação com o planejamento do crime, mas reconhece: “A culpa é minha. Claro que é minha”. A produção aborda ainda a vida atual com o novo marido, Felipe Muniz, e o filho.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Metropoles por Metrópoles

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