Página inicialEntretenimentoCinema
Compartilhar notícia
SigaGoogle DiscoverDivulgação1 de 1 Montagem com foto de Kristen Stewart e frame de A Cronologia da Àgua
– Foto: Divulgação
A Cronologia da Água, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (1º), marca a estreia de Kristen Stewart na direção. Conhecida por interpretar Bella na saga Crepúsculo, a atriz agora adapta para o cinema o livro de memórias da escritora Lidia Yuknavitch.
Longe de vampiros e lobisomens, o filme mergulha em uma narrativa visceral. A trama acompanha Lidia (Imogen Poots), criada em um ambiente familiar marcado por violência: uma mãe alcoólatra e um pai, que abusa física e sexualmente dela e da irmã mais velha. Desde cedo, a água surge como refúgio, especialmente na natação.
11 imagensFechar modal.1 de 11
A Cronologia da Água conta história de nadadora que cresceu em lar abusivo
Divulgação2 de 11
Kristen Stewart se apaixonou por livro de memórias de Lidia Yuknavitch e decidiu transformá-lo em filme
Divulgação3 de 11
A Cronologia da Água é inspirado em livro de memórias de Lidia Yuknavitch
Divulgação4 de 11
A Cronologia da Água é uma adaptação da literatura para o cinema
Divulgação5 de 11
A Cronologia da Água é o primeiro filme dirigido por Kristen Stewart
Divulgação6 de 11
A Cronologia da Água acompanha Lidia desde a infância até a vida adulta
Divulgação7 de 11
Imogen Poots é a protagonista de A Cronologia da Água
Divulgação8 de 11
A Cronologia da Água estreia nos cinemas em 2 de maio
Divulgação9 de 11
10 de 11
A Cronologia da Água é inspirado em história real
Divulgação11 de 11
Kristen Stewart e Imogen Poots nos bastidores de A Cronologia da Água
Divulgação
O esporte se torna também uma rota de fuga. Ao conquistar uma vaga para treinar profissionalmente na universidade, a protagonista tenta reconstruir a vida longe da família. Ainda assim, carrega os traumas, que se manifestam em escolhas autodestrutivas e relações marcadas pela dor.
A jornada atravessa a perda da primeira filha durante o parto, a dependência química e uma mente fragmentada, que conduz o ritmo em que a narrativa é contada. Stewart, que leu o livro de Lidia Yuknavitca em 2017, trata a obra como “sagrada” e aposta em uma adaptação sensorial e inquieta.
“Eu queria que esse filme fosse quase impossível de segurar, como uma batata quente. Queria que ele pulsasse. Cortes rápidos, som imersivo e um ritmo visceral do jeito que a memória atravessa o corpo”, explica a diretora.
Kristen Stewart e Imogen Poots nos bastidores de A Cronologia da Água
A proposta se reflete na estrutura do filme. As memórias não seguem uma ordem linear, mas se sobrepõem de forma caótica, como fragmentos que pulsam entre o presente e o passado. A “cronologia” do título se constrói a partir de lembranças que retornam e se transformam quando são revisitadas.
Ao longo do filme, realidade e imaginação se confundem. Ao final, não há respostas claras do que de fato aconteceu e do que foi criado pela mente da protagonista, apenas a sensação de uma mente atravessada por traumas e incertezas, traduzidas da página para a tela com intensidade.
“A Yuknavitch não entrega uma narrativa arrumadinha. Ela te dá os estilhaços e exige que você monte tudo por conta própria”, afirma Stewart.
Assista ao trailer:
Fique por dentro!
Receba notícias de Entretenimento/Celebridades no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Metrópoles no WhatsApp.
Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Metrópoles Fun no Instagram.
Fonte: Metropoles

