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📸 Foto: Juan Diaz/ContilNet
⏱️ 3 mins leitura🛡️ EditorialFato Checado
O fim da janela partidária, encerrada no último sábado (5), provocou uma reconfiguração significativa na composição da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O período, previsto na legislação eleitoral, permite que parlamentares troquem de partido sem risco de perder o mandato por infidelidade partidária, desde que respeitado o prazo estabelecido antes das eleições.
Levantamento feito pelo ContilNet mostra que partidos como União Brasil, Progressistas e MDB ampliaram suas bancadas, enquanto siglas como PDT, Podemos e PSD registraram perdas expressivas.
O maior crescimento foi do União Brasil, que mais que triplicou sua representação na Casa, passando de dois para oito deputados e se tornando a maior bancada. Permaneceram no partido Whendy Lima e Gilberto Lira. Já Chico Viga, Fagner Calegário, Michelle Melo, Afonso Fernandes, Adailton Cruz e Pablo Bregense passaram a integrar a sigla.
ENTENDA: Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em Brasília
O Progressistas, partido da governadora Mailza Assis, também ampliou presença, saindo de três para cinco parlamentares. Seguem na legenda Maria Antônia, Manoel Moraes e Nicolau Júnior. Os novos integrantes são André Vale e Clodoaldo Rodrigues.
O MDB também cresceu, passando de dois para quatro deputados. Permanecem Antônia Sales e Tanízio Sá. Chegaram à sigla Pedro Longo e Luiz Gonzaga.
O Republicanos, ligado ao senador Alan Rick, manteve o mesmo tamanho de bancada, apesar de mudanças internas. O partido perdeu Clodoaldo Rodrigues, mas ganhou Eduardo Ribeiro, permanecendo com três parlamentares, ao lado de Gene Diniz e Tadeu Hassem.
Cadeiras vazias
Entre as maiores perdas, o PDT foi o mais afetado. A sigla, que antes tinha a maior bancada da Casa, caiu de quatro para apenas um deputado, o presidente estadual do partido, Luiz Tchê. Deixaram o partido Michelle Melo e Chico Viga, que migraram para o União Brasil, além de Pedro Longo, que foi para o MDB.
O Podemos perdeu toda a sua representação. A legenda, que passou a ser comandada pelo ex-governador Jorge Viana, ficou sem deputados após a saída de Fagner Calegário, que foi para o União Brasil, e André Vale, que migrou para o Progressistas.
Situação semelhante ocorreu com o PSD, ligado ao senador Sergio Petecão, que também ficou sem representantes. Deixaram a sigla Eduardo Ribeiro, que foi para o Republicanos, e Pablo Bregense, que se filiou ao União Brasil.
O PSDB também perdeu sua única cadeira, com a saída de Luiz Gonzaga para o MDB. O mesmo ocorreu com PSB e Solidariedade, que ficaram sem representação após as saídas de Adailton Cruz e Afonso Fernandes para o União Brasil.
Outras siglas não registraram mudanças. O NOVO segue com Emerson Jarude. A federação formada por PT, PV e PCdoB mantém Edvaldo Magalhães. Já o PL permanece com Arlenilson Cunha.
Veja como ficou a composição da Aleac:
Partido
Antes
Depois
Saldo
Status
União Brasil
2
8
+6
🚀 Maior Bancada
Progressistas
3
5
+2
📈 Crescimento
MDB
2
4
+2
📈 Crescimento
Republicanos
3
3
0
➖ Estável
NOVO
1
1
0
➖ Estável
Federação (PT/PV/PCdoB)
1
1
0
➖ Estável
PL
1
1
0
➖ Estável
PSDB
1
0
-1
📉 Extinto na Casa
PSB
1
0
-1
📉 Extinto na Casa
Solidariedade
1
0
-1
📉 Extinto na Casa
Podemos
2
0
-2
📉 Extinto na Casa
PSD
2
0
-2
📉 Extinto na Casa
PDT
4
1
-3
📉 Maior Perda
Conteúdo reproduzido originalmente em: ContilNet por Matheus Mello

