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A série Emergência Radioativa, da Netflix, relembra o acidente com o césio-137 em Goiânia, em 1987. Quase quatro décadas depois, os rejeitos seguem ativos e só devem atingir níveis seguros em cerca de 300 anos, por volta de 2287.
Na época do acidente, dois catadores encontraram uma cápsula em uma clínica de radioterapia abandonada. Após a venda para um ferro-velho, o material radioativo se espalhou, contaminando 249 pessoas na capital goiana. Dos infectados, 129 precisaram de acompanhamento médico e quatro morreram.
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Depósito provisório dos rejeitos radioativos
CRCN-CO/CNEN2 de 20
Área sendo preparada para receber definitivamente
CRCN-CO/CNEN3 de 20
Demolição de casas contaminadas pelo Césio-137
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica4 de 20
Johnny Massaro vive o protagonista Márcio en Emergência Radioativa
Yoshioka/Netflix5 de 20
Johnny Massaro em Emergência Radioativa
Divulgação/Netflix6 de 20
Bukassa Kabengele como Evanildo
Divulgação/Netflix7 de 20
Demolição do Ferro Velho onde cápsula de Césio-137 foi aberta pela 1ª vez
Reprodução/Agência Internacional de Energia Atómica8 de 20
Johnny Massaro em Emergência Radioativa, nova minissérie da Netflix
Reprodução/Instagram9 de 20
Clarissa Kiste e Paulo Gorgulho também estão no elenco de Emergência Radioativa
Divulgação/Netflix10 de 20
Devair Alves Ferreira
Reprodução/TV Globo11 de 20
Leide das Neves Ferreira, uma das mais marcantes vítimas do Césio-137
Divulgação12 de 20
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Estádio Olímpico foi utilizado como ponto de triagem durante a tragédia do Césio-137 em Goiânia
Cnen14 de 20
Caso de furto de césio-137 em Minas Gerais
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)/Reprodução15 de 20
Milhares de pessoas precisaram medir seus níveis de radioatividade
Reprodução/ Livro Césio 137 – 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia 16 de 20
Manejo do recipiente com Césio-137 na Vigilância Sanitária
Reprodução/ Livro Césio 137 – 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia 17 de 20
Radiolesão provocada pelo Césio-137 em Goiânia
Reprodução/ Livro Césio 137 – 37 anos: A história do acidente radioativo em Goiânia 18 de 20
Luiza Odete mostra cicatrizes deixadas pelo contato com Césio-137
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto19 de 20
Geraldo Guilherme da Silva Pontes apresenta cicatrizes provocadas pela exposição ao Césio-137
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto20 de 20
Lourdes das Neves Ferreira, hoje com 74 anos
Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Após o episódio, cerca de seis mil toneladas de rejeitos foram levadas para Abadia de Goiás em 25 de outubro de 1987. O material ficou inicialmente em um depósito provisório a céu aberto, armazenado em tambores, caixas e contêineres.
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A destinação gerou impasse nacional. Após protestos, o governo decidiu manter os rejeitos em Goiás e criou, em 1989, o Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste. Em 1991, teve início a construção do depósito definitivo.
O aterro permanente foi inaugurado em 5 de junho de 1997, com estrutura de concreto e camadas de proteção contra infiltração. Parte do material tem baixa radioatividade, mas todo o conjunto deve perder o poder radioativo em cerca de 300 anos, segundo o Governo de Goiás.
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Fonte: Metropoles

