Mulheres que vivem na região do Vale do Juruá estão tendo acesso ao exame de mamografia por meio de uma ação conjunta entre a ONG Américas Amigas e a Marinha do Brasil. Os atendimentos estão sendo realizados a bordo do Navio Hospitalar Dr. Montenegro, que presta assistência às comunidades da região.

Segundo a equipe envolvida na ação, o resultado da mamografia costuma ficar pronto em até 15 dias: Foto/Reprodução
No espaço reservado para os exames, a profissional responsável pelo atendimento, Lilian, explicou que as imagens coletadas são enviadas para especialistas em São Paulo, onde passam por uma análise detalhada antes da emissão do laudo médico.
Segundo a equipe envolvida na ação, o resultado da mamografia costuma ficar pronto em até 15 dias, permitindo que as pacientes recebam o diagnóstico em um prazo relativamente curto.
A iniciativa também prevê acompanhamento para mulheres que eventualmente recebam diagnóstico de câncer de mama. De acordo com os profissionais, a ONG responsável oferece suporte completo às pacientes durante todo o processo.

A principal meta da ação é ampliar o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama: Foto/Reprodução
“Quando é diagnosticado o câncer de mama, a paciente é acompanhada pela ONG do início ao fim. Caso precise de exames complementares ou tratamento oncológico, ela continua sendo assistida”, informou a equipe responsável pelos atendimentos.
Ainda conforme os profissionais, já foram identificados casos na região do Juruá que tiveram continuidade no tratamento após o diagnóstico. Nos registros mais recentes, as pacientes atendidas eram moradoras de comunidades fora da área urbana de Cruzeiro do Sul.
Enquanto o navio permanece na região, a expectativa é realizar cerca de 30 exames de mamografia por dia. Os atendimentos seguem disponíveis durante todo o período em que a embarcação estiver prestando assistência às comunidades locais.
A principal meta da ação é ampliar o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama. Especialistas ressaltam que, quando a doença é identificada nas fases iniciais, as chances de cura podem chegar a aproximadamente 95%, reforçando a importância da realização periódica de exames preventivos.
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