O Ministério Público do Estado do Acre e a Polícia Militar do Acre intensificaram o diálogo institucional para reforçar o combate aos crimes ambientais na região do Juruá. Na última semana, uma reunião estratégica foi realizada em Cruzeiro do Sul, reunindo representantes da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Juruá e do 6º Batalhão da Polícia Militar (6º BPM).

A ação reforça o compromisso das instituições no enfrentamento a práticas como desmatamento ilegal, queimadas e extração irregular de madeira: Foto/Reprodução
Participaram do encontro a promotora de Justiça Manuela Canuto; o comandante do 6º BPM, Abraão Silva; o subcomandante, Thales Campos; além do tenente Bruno Fernandes, que deve assumir o Batalhão de Policiamento Ambiental, e o sargento Adônis Souza.
O principal objetivo da reunião foi fortalecer a atuação conjunta entre as instituições, com ênfase na definição de estratégias integradas de fiscalização ambiental, padronização de procedimentos operacionais e aprimoramento na lavratura de termos circunstanciados de ocorrência (TCO) em casos de menor potencial ofensivo. A iniciativa busca dar mais agilidade à responsabilização dos infratores, além de reduzir a sobrecarga do sistema judiciário.
A promotora Manuela Canuto destacou a relevância da cooperação entre os órgãos. “A articulação entre MPAC e Polícia Militar permite respostas mais rápidas e eficientes na repressão a infratores e na preservação dos recursos naturais. Essa parceria é essencial para garantir a sustentabilidade e a qualidade de vida das comunidades do Juruá”, afirmou.
A ação reforça o compromisso das instituições no enfrentamento a práticas como desmatamento ilegal, queimadas e extração irregular de madeira, que ameaçam diretamente a biodiversidade da região amazônica, especialmente na área da Bacia do Rio Juruá.
Com a proximidade de mudanças no comando do Batalhão de Policiamento Ambiental, o encontro também serviu para alinhar estratégias e planejar futuras operações, assegurando continuidade e maior integração nas ações de fiscalização e combate aos crimes ambientais.