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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul anunciou o pagamento de abonos para profissionais da enfermagem, beneficiando diretamente técnicos e enfermeiros da rede municipal de saúde. A medida foi confirmada pelo prefeito Zequinha Lima e integra a política de valorização dos servidores públicos adotada pela gestão.
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De acordo com o prefeito, os técnicos de enfermagem receberão um abono de R$ 2.800, enquanto os enfermeiros terão um valor de R$ 3.800, pagos já na folha deste mês. Ao todo, a iniciativa representa um investimento de quase R$ 700 mil.
Segundo Zequinha Lima, o recurso é resultado de uma sobra financeira oriunda da produtividade registrada pelas unidades de saúde junto ao Ministério da Saúde. “Nós tínhamos duas alternativas: devolver esse valor ou transformar em um bônus para os profissionais. Optamos por valorizar quem está na ponta, cuidando da população”, destacou.
O prefeito também ressaltou que todos os servidores municipais contam atualmente com plano de cargos, carreiras e salários aprovado, além do pagamento do piso nacional para categorias da saúde, como enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE).
O secretário municipal de Saúde, Marcelo Siqueira, explicou que o pagamento é pontual e depende diretamente da produtividade e organização dos serviços. “É resultado do trabalho. Quando há eficiência e produção, pode haver sobra de recursos, e essa sobra está sendo revertida para os profissionais”, afirmou.
Ao todo, 108 técnicos de enfermagem e 91 enfermeiros serão beneficiados com o abono. O secretário também destacou o impacto econômico da medida. “Esse recurso volta para a economia local, fortalece o comércio e contribui para o bem-estar social”, completou.
O presidente da Câmara de Vereadores, Elter Nóbrega, também comentou a iniciativa e destacou o avanço na valorização dos servidores. “É um momento importante, que reforça o reconhecimento aos profissionais e ainda ajuda a movimentar a economia do município”, disse.
A prefeitura reforçou que o pagamento do abono é eventual, não sendo incorporado aos salários e dependendo da existência de recursos excedentes, conforme a produtividade registrada ao longo do período.
Fonte: ContilNet

