Uma brasileira detida em janeiro sob acusação de perseguir Jung Kook, integrante do grupo de K-pop BTS, foi formalmente denunciada e responderá a processo na Justiça da Coreia do Sul. A prisão ocorreu após ela tentar entrar na residência do artista, localizada em Seul. Segundo as autoridades, a suspeita já era alvo de apurações anteriores relacionadas ao cantor.
A acusação foi apresentada pelos promotores do Distrito Oeste de Seul depois de encaminhamento feito pela Divisão de Investigação de Crimes contra Mulheres e Crianças, em 27 de fevereiro, conforme informou a revista norte-americana Billboard.
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Identificada apenas como “A” nos autos do processo, a mulher foi enquadrada por descumprimento da Lei de Combate à Perseguição da Coreia do Sul e também por invasão de domicílio. Ela permanece sob custódia desde antes da formalização da denúncia.
Conheça Daliane Ferreira
A mulher apontada como responsável por perseguir Jung Kook foi identificada como Daliane Ferreira, brasileira natural da Paraíba. Antes da prisão, ela utilizou as redes sociais para afirmar que acreditava ter uma ligação espiritual com o artista, integrante do grupo de K-pop BTS, mesmo sem jamais ter tido contato pessoal com ele.
Em publicações online, Daliane declarou que se considerava “alma gêmea” do cantor e que ambos estariam conectados emocionalmente, sustentando que conseguiria sentir a tristeza e o vazio atribuídos ao astro. As declarações chamaram atenção de fãs e autoridades, reforçando o alerta sobre o comportamento obsessivo.
Primeira abordagem e monitoramento pelas autoridades
Conforme registro policial, a investigada passou a frequentar os arredores da residência de Jung Kook, em Seul, onde teria manipulado correspondências, fixado fotos e escrito recados nas imediações do imóvel. A conduta já vinha sendo monitorada desde dezembro, quando ocorreu a primeira intervenção policial. Na ocasião, ela foi ouvida e liberada.
Após novo episódio envolvendo a presença da brasileira no local, a empresa responsável pela carreira do cantor solicitou oficialmente uma ordem de restrição com base na legislação sul-coreana de combate à perseguição. Mesmo diante da medida protetiva, a mulher retornou ao endereço, o que resultou em sua detenção imediata pelas autoridades da Coreia do Sul.
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