“Vou pra onde Bocalom for”, diz João Marcos ao comentar possível apoio do PL a Alan Rick

Secretário defende unidade entre lideranças da direita e diz que seguirá projeto político do prefeito, independentemente de eventual decisão partidária

João Marcos Luz afirma que seguirá Bocalom mesmo se PL apoiar outro nome ao governo e defende união da direita para evitar divisão eleitoral.
João Marcos Luz afirma que seguirá Bocalom mesmo se PL apoiar outro nome/ Foto: ContilNet

O secretário municipal de Direitos Humanos de Rio Branco, João Marcos Luz, afirmou que pretende acompanhar politicamente o prefeito Tião Bocalom, mesmo que o PL decida apoiar outro nome na disputa pelo governo do Acre. A declaração foi feita durante entrevista ao ContilNet neste domingo (15), durante a cobertura do Carnaval na capital.

Segundo ele, a tendência é que lideranças da direita no estado cheguem a um consenso antes das eleições. Luz citou como principais nomes do campo político o próprio Bocalom, o governador Gladson Cameli e o senador Márcio Bittar.

O secretário afirmou acreditar que os três estão dialogando e devem construir uma definição conjunta. “Tenho confiança de que esses três líderes vão chegar a um denominador comum até as eleições”, disse.

Crítica à ideia de “terceira via”

Durante a entrevista, João Marcos também comentou a possibilidade de o senador Alan Rick disputar o governo como alternativa fora do bloco principal da direita. Ele avaliou que não há espaço para esse cenário no estado.

Segundo o secretário, a prioridade deveria ser manter a união entre as principais lideranças do mesmo campo político para evitar divisão eleitoral.

Posição pessoal

Questionado sobre a hipótese de o PL decidir apoiar Alan Rick, João Marcos foi direto ao afirmar que permaneceria alinhado ao prefeito de Rio Branco.

Ele disse que sua decisão é baseada em convicção política e que pretende seguir o projeto liderado por Bocalom, independentemente do posicionamento partidário.

O secretário também relatou que conversou recentemente com Márcio Bittar em Brasília e afirmou que o senador aguarda definições nacionais antes de se posicionar publicamente sobre alianças no Acre.