O homem suspeito de matar a estudante de psicologia Vanessa Lara de Oliveira Silva (23), confessou o crime após ser preso e afirmou que agiu sem planejamento. Segundo a Polícia Militar, ele não demonstrou arrependimento ao relatar o assassinato. A jovem havia desaparecido depois de sair do trabalho e foi encontrada morta no dia seguinte em Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
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O suspeito, Ítalo Jeferson da Silva (43), foi localizado após denúncia anônima que indicava que ele tentava fugir escondido em um trem de carga. A prisão ocorreu em Carmo do Cajuru, no Centro-Oeste de Minas. Com ele, os policiais encontraram roupas, itens pessoais e uma faca.
Confissão e histórico criminal
De acordo com a PM, o homem declarou que escolheu a vítima de forma aleatória, praticou violência sexual e, em seguida, a matou. Após o crime, fugiu sem destino definido. Ainda segundo os militares, ele relatou os fatos com frieza.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que o suspeito já possuía condenações por estupro, tráfico de drogas, furto e roubo. Ele cumpria pena em regime semiaberto domiciliar.
A Polícia Civil segue com a investigação para consolidar provas e concluir o inquérito que será encaminhado ao Ministério Público.
Cronologia do desaparecimento
Vanessa morava em Pará de Minas e trabalhava em Juatuba, onde estagiava no Sistema Nacional de Emprego. Ela foi vista pela última vez na tarde de 9 de fevereiro, após sair do expediente. O desaparecimento mobilizou familiares e moradores.
O corpo foi localizado em uma área de vegetação próxima à BR-262, com sinais de violência sexual e estrangulamento, conforme apontou a perícia. Pertences pessoais da estudante foram apreendidos no local.
Familiares relataram que o suspeito chegou em casa com roupas sujas de barro e marcas no corpo antes de fugir. Segundo a PM, ele telefonou para parentes confessando o crime e dizendo que estava em Belo Horizonte.
Comoção e despedida
A morte da estudante gerou forte comoção. Vanessa era descrita por familiares e professores como dedicada aos estudos e engajada no estágio em saúde mental. Colegas relataram que ela sonhava em atuar ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade.
O reconhecimento do corpo foi feito pelo irmão da jovem no Instituto Médico Legal. O sepultamento ocorreu no distrito de Antunes, em Igaratinga, reunindo parentes e amigos.
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