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Suspeita de raptar criança de 6 anos é encontrada e presa em bar

Suspeita de raptar criança de 6 anos é encontrada e presa em bar

Uma mulher de 39 anos foi presa em flagrante no domingo (1º), suspeita de sequestrar uma criança de 6 anos em Ataléia, no Vale do Mucuri, em Minas Gerais. A prisão foi feita pela Polícia Militar após a mãe do menino procurar ajuda e relatar que o filho havia sido levado enquanto brincava na rua com outras crianças.

Segundo a PM, a suspeita chamou o garoto e, quando ele se aproximou, passou a ameaçá-lo com uma faca antes de levá-lo do local. Diante da denúncia, os militares iniciaram buscas com o apoio da mãe da criança, familiares e moradores da região.

Ameaças e deslocamento forçado

Testemunhas relataram à Polícia Militar que a mulher obrigou o menino a acompanhá-la sob ameaça, seguindo em direção a uma área conhecida como Areal. Moradores afirmaram ainda que a suspeita foi vista mantendo a criança sob coação durante o trajeto.

As buscas se estenderam por horas, até que o garoto foi localizado sozinho em uma área de mata próxima a um ponto conhecido como Cachoeirinha.

Reprodução / divulgação PMMG

Criança foi encontrada ferida e em estado de choque

De acordo com a PM, o menino foi encontrado molhado, apresentando lesões corporais leves e em estado de choque. Ele relatou aos policiais e conselheiros tutelares que sofreu ameaças, agressões e foi impedido de pedir ajuda enquanto esteve com a suspeita.

Ainda segundo o relato da criança, ele conseguiu escapar ao ouvir a voz da mãe durante as buscas e correu em direção à mata, onde permaneceu até ser localizado.

O menino foi encaminhado a um hospital municipal, onde passou por avaliação médica. Os profissionais confirmaram ferimentos leves em diferentes partes do corpo.

Suspeita foi presa em bar

Após rastreamento, a mulher foi localizada em um bar da cidade e presa em flagrante. A faca utilizada para ameaçar a criança foi encontrada e apreendida pelos policiais.

Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil, onde responderá por sequestro e cárcere privado contra menor, com agravantes de ameaça, sofrimento físico e psicológico.

O Conselho Tutelar acompanha o caso e presta assistência à criança e à família.

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