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Ritual macabro? Suspeito de matar rival teria obrigado homem a comer parte do coração da vítima

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Ritual macabro? Suspeito de matar rival teria obrigado homem a comer parte do coração da vítima

Um homem suspeito de assassinar um rival e arrancar o coração da vítima foi preso preventivamente nessa quarta-feira (04), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O crime ocorreu em 2024, em Paracatu (MG), e, segundo a Polícia Civil, incluiu ainda a tortura de um segundo homem, que teria sido obrigado a ingerir parte do órgão sob ameaça de morte.

A prisão foi realizada na casa de familiares do investigado, que estava foragido desde a época do crime. Ele agora permanece à disposição da Justiça.

Crime teria sido motivado por suspeita de furtos

De acordo com as investigações, o homicídio foi motivado pela suspeita de que uma das vítimas praticava pequenos furtos na cidade, o que teria desagradado um grupo ligado ao tráfico de drogas.

Segundo a Polícia Civil, o homem assassinado foi espancado antes de ser morto. Após a morte, o corpo teria sido vilipendiado. Os criminosos decapitaram a vítima e retiraram o coração.

Um segundo homem, considerado desafeto do grupo, foi mantido sob domínio dos agressores e obrigado a presenciar as agressões. Conforme a apuração, ele teria sido coagido a ingerir parte do coração da vítima. Apesar das ameaças, foi liberado em seguida, com a advertência de que não denunciasse o caso.

Investigação aponta tortura e ocultação de cadáver

As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Homicídios de Paracatu. Segundo o delegado responsável pelo caso, Carlos Fernandes, os envolvidos devem responder por homicídio qualificado, tortura e ocultação de cadáver.

A Polícia Civil não informou se há outros suspeitos identificados ou foragidos. As diligências continuam para esclarecer completamente a dinâmica do crime e a participação de cada investigado.

Suspeito está à disposição da Justiça

Após ser localizado em Uberlândia, o homem teve a prisão preventiva cumprida e foi encaminhado ao sistema prisional. Ele permanecerá detido enquanto o inquérito é finalizado e encaminhado ao Ministério Público.

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