Polícia Civil de Goiás desmente ‘reviravolta’ em caso do secretário de Itumbiara

O caso do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Machado, continua sendo alvo de desinformação nas redes sociais. Nesta segunda-feira (23), a Polícia Civil de Goiás falou com exclusividade ao portal BacciNotícias sobre a circulação de notícias falsas relacionadas à investigação.

Uma das versões que passou a ser compartilhada afirma que Thales não teria tirado a vida dos filhos, pois teria sido morto antes, sugerindo a participação de uma terceira pessoa no crime que vitimou o secretário e os filhos, Miguel e Benício.

Segundo publicações em veículos nacionais, elementos encontrados na cena teriam levantado dúvidas e estariam sendo submetidos a exames complementares.

No entanto, de acordo com o delegado Ricardo Chueire, essas informações não procedem e podem prejudicar o andamento das investigações.

Em nota ao portal, a Polícia Civil de Goiás afirmou que “as investigações seguem em andamento, mantendo o mesmo escopo adotado desde o início dos trabalhos, sem alterações na linha investigativa”.

A corporação acrescentou que “novas informações serão oportunamente divulgadas após a conclusão de todas as diligências necessárias e dos laudos periciais, respeitando o sigilo legal do inquérito policial”.

Relembre o caso

Crime em Itumbiara (Reprodução/Redes Sociais)

No dia 11 de fevereiro, Thales Machado atirou contra os próprios filhos na residência da família, em Itumbiara.

Segundo a polícia, após disparar contra os dois meninos, ele atirou contra si mesmo. O secretário e o filho mais velho, Miguel, morreram no mesmo dia.

A morte de Benício foi confirmada dois dias depois. O menino chegou a permanecer internado em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital estadual da cidade, mas não resistiu.

Thales era genro do prefeito de Itumbiara, Dione Araujo. A família tomou conhecimento do ocorrido após uma publicação em tom de despedida no perfil do secretário. Havia a suspeita de que o casamento com a filha do prefeito teria chegado ao fim após uma suposta traição.

O caso é tratado pela Polícia Civil como duplo homicídio seguido de suicídio. Segundo a corporação, não há indícios de envolvimento de outras pessoas no crime.

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