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Polícia analisa celular de mãe que envenenou filha de 3 anos

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Polícia analisa celular de mãe que envenenou filha de 3 anos

A mãe de 25 anos suspeita de tentar envenenar a própria filha, de 3 anos, com “chumbinho” teve a prisão mantida pela Justiça após passar por audiência de custódia. O caso ocorreu em Pirassununga, e a mulher segue detida após a conversão da prisão em flagrante para preventiva.

Ela havia sido internada junto com a criança na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa da cidade, após ingerirem o veneno. A suspeita recebeu alta na sexta-feira (20), mas permaneceu sob escolta policial até a audiência.

Investigação analisa celular da suspeita
A Polícia Civil de São Paulo investiga o caso como tentativa de homicídio e busca esclarecer as circunstâncias do crime. O celular da mulher foi apreendido e encaminhado para perícia, com o objetivo de identificar se houve planejamento ou compra prévia do veneno.

Segundo o delegado Ícaro José Ribeiro Gomes, responsável pelo caso, a mulher permaneceu em silêncio durante o interrogatório, realizado na presença de uma advogada. Familiares e uma amiga que prestou socorro já foram ouvidos.

Mensagens antes do crime levantam suspeitas
De acordo com as investigações, a mulher enviou mensagens a pessoas próximas pouco antes do ocorrido, demonstrando intenção de tirar a própria vida e indicando que poderia fazer algo contra a filha.

Testemunhas relataram que, apesar de já ter histórico de tentativa de suicídio, ela nunca havia apresentado comportamento agressivo em relação à criança.

Como mãe e filha foram encontradas
Após retirar a filha da creche no dia 19 de fevereiro, a mulher não foi mais localizada inicialmente. Equipes da polícia realizaram buscas em endereços ligados à família e em unidades de saúde.

Pouco depois, mãe e filha deram entrada na Santa Casa do município, levadas por uma amiga que as encontrou passando mal, com vômitos.

Dentro do carro em que estavam, foram encontrados um copo com substância semelhante ao “chumbinho” e um recipiente com o restante do material, o que reforçou a suspeita de envenenamento.

Retirada da criança da creche
A criança foi retirada da unidade escolar pela mãe, que estava autorizada. A Prefeitura informou que não houve irregularidade no procedimento, já que o nome da mulher constava como responsável legal para buscar a filha.

O caso segue em investigação, e a polícia ainda tenta identificar onde o veneno foi adquirido e se houve premeditação.

Estado de saúde da criança
Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado de saúde da menina de 3 anos.

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