
A polêmica começou após o líder religioso afirmar, em vídeo publicado nas redes sociais, que o uso de símbolos religiosos durante a apresentação teria “provocado” fiéis ao imitar línguas estranhas e cultos cristãos. No mesmo vídeo, o pastor disse que não responderia às provocações e que iria “orar”, acrescentando que, quando os responsáveis estivessem com “câncer na garganta”, se lembrariam do que teriam feito. A fala repercutiu e gerou críticas de diferentes setores.
Pedro e o presidente Lula/ Foto: Instagram
Ao comentar o caso, Pedro Rousseff afirmou que o discurso não representa a maioria das igrejas evangélicas do país. Para o vereador, a declaração ultrapassa o campo da divergência religiosa e entra no terreno da intolerância.
Ele também associou o episódio ao que classificou como fanatismo político ligado ao bolsonarismo, que, segundo sua avaliação, estaria influenciando parte de líderes religiosos. De acordo com o parlamentar, um pastor deve pregar a palavra de Jesus com base no amor e na convivência, e não desejar o mal a pessoas por manifestações culturais como o carnaval.
O episódio reacende o debate sobre liberdade de expressão, respeito às religiões e os limites das críticas em manifestações artísticas. Nas redes sociais, o caso dividiu opiniões entre defensores da liberdade cultural e apoiadores do posicionamento religioso.
Veja o vídeo: