Mulher desabafa após filho de 11 anos matar o pai por causa de videogame: ‘Perdi os dois’

Um caso chocante que ocorreu em Duncannon, no estado da Pensilvânia (EUA), ganhou repercussão internacional após um menino de 11 anos ser acusado de matar o próprio pai depois de ter o acesso ao seu Nintendo Switch negado no dia do aniversário. A tragédia aconteceu em 13 de janeiro e deixou a família devastada.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o garoto teria procurado o console na data em que completava mais um ano de vida, mas foi informado de que não poderia utilizá-lo.

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Em seguida, ele encontrou a chave do cofre de armas pertencente ao pai, Douglas, abriu o compartimento, pegou um revólver e efetuou um disparo enquanto o homem dormia no quarto. Semanas após o crime, a mãe do menino, Jillian Dietz, afirmou estar profundamente abalada: “Perdi o meu marido e o meu filho. Não consigo acreditar.

Em declaração ao jornal “US Sun”, ela descreveu o companheiro como um homem exemplar: “Vou dizer isto: o meu marido foi o homem mais incrível e maravilhoso. Estivemos juntos por 11 anos”.

Menino adotado confessou ter agido por impulso

Novos detalhes sobre o caso que chocou a cidade de Duncannon, na Pensilvânia (EUA), revelam que o menino de 11 anos, acusado de matar o próprio pai, teria afirmado à polícia que agiu por impulso e tomado pela raiva, sem refletir sobre as consequências do disparo. As informações constam nos autos do processo.

A criança havia sido adotada pelo casal em 2018. Segundo relato da mãe, Jillian Dietz, ela foi despertada por um barulho alto durante a noite e chegou a acreditar que o cheiro no ambiente fosse de fogos de artifício. Ao tentar acordar o marido, percebeu que ele não reagia. Douglas, que trabalhava como caminhoneiro e tinha outros filhos de um relacionamento anterior, já estava sem vida.

Lei da Pensilvânia prevê julgamento como adulto

Amigos próximos da família também se manifestaram. Raechal Stepp, apresentada como melhor amiga de Jillian, declarou que, apesar da dor profunda pela perda do marido, a mãe continua amando o filho e o enxerga como uma criança que precisará de apoio. A situação, segundo ela, é devastadora para todos os envolvidos.

De acordo com a legislação da Pensilvânia, menores acusados de homicídio são automaticamente processados como adultos. Caso seja condenado, o garoto pode enfrentar pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

Na primeira audiência, ainda algemado, o menino teria reclamado à mãe que as algemas estavam apertadas, cena que reforçou o impacto emocional do caso.

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