Uma mulher reconheceu publicamente que inventou e compartilhou uma notícia falsa nas redes sociais sobre um suposto caso de espancamento de um cachorro na cidade de Pequi, em Minas Gerais. A informação foi divulgada com grande repercussão inicialmente, gerando revolta e mobilizando internautas, mas depois foi confirmada como inverídica pela própria autora da postagem.
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Segundo o esclarecimento dado pela mulher, a história do animal que teria sido brutalmente agredido não teve qualquer base real. Ela admitiu que a motivação para a divulgação da mensagem foi emocional e sensacionalista, sem checagem dos fatos, o que acabou impulsionando uma onda de indignação injustificada nas redes sociais.
O caso vinha sendo compartilhado com relatos dramáticos sobre o cachorro supostamente ferido, o que levou a uma comoção considerável na comunidade online. Organizações e defensores de animais chegaram a se pronunciar sobre o caso, pressionando por explicações e ações contra o suposto agressor, cuja identidade foi mencionada erroneamente nas postagens iniciais.
Após admitir o erro, a mulher afirmou que não houve crime contra o animal na situação relatada, e que a história foi fabricada sem nenhuma verificação factual. O episódio evidencia a facilidade com que fake news — especialmente envolvendo temas sensíveis como maus-tratos a animais — podem se espalhar rapidamente, provocando comoção, desinformação e acusações injustas contra pessoas ou locais.
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