O sepultamento da criança morta após um ataque cometido pelo próprio pai foi marcado por tensão e relatos de intimidação na quinta-feira (12), em Itumbiara, no sul de Goiás. Segundo testemunhas, a mãe do menino deixou o cemitério antes do fim da cerimônia por receio de agressões e teria chegado ao local sob escolta, em um esquema montado para reduzir a exposição.
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Relatos apontam que o ambiente durante o velório e o enterro foi de hostilidade, o que teria motivado a saída antecipada da mulher por questões de segurança. Pessoas que acompanharam a cerimônia afirmaram que houve intimidações, embora não tenham sido registrados confrontos físicos.
Clima de tensão durante o sepultamento
As informações foram divulgadas pelo portal Mais Goiás. De acordo com testemunhas ouvidas pelo veículo, a chegada da mãe ocorreu de forma planejada, com o veículo estacionando próximo ao local do sepultamento para evitar aglomeração.
O cortejo saiu no fim da tarde, acompanhado por familiares e amigos, em um cenário descrito como emocionalmente carregado. Pessoas próximas à família relataram que, após a tragédia, a mulher passou a ser alvo de ataques também nas redes sociais.
Investigação e contexto do caso
O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás, que apura tanto as circunstâncias das ameaças registradas durante a cerimônia quanto os detalhes do crime.
A tragédia ocorreu na noite de quarta-feira (11), quando Thales Naves Alves Machado, então secretário de Governo do município, atirou contra os dois filhos e, em seguida, tirou a própria vida. O filho mais velho morreu no local. A criança mais nova foi socorrida e submetida a cirurgia e, de acordo com informações, segue hospitalizada.
As autoridades seguem colhendo depoimentos e analisando informações para esclarecer todos os desdobramentos do caso. Enquanto isso, familiares lidam com o impacto da tragédia em meio à comoção gerada na cidade.
*O suicídio pode ser prevenido. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la com ajuda médica. Conte também com o CVV pelo telefone 188.
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