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Influenza A e VSR aumentam casos de SRAG no Acre, que registra óbitos na primeira semana de 2026

Na primeira semana de 2026, o Acre registrou dois óbitos relacionados à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme revelou o painel epidemiológico do Ministério da Saúde. A informação foi confirmada pelo site ContilNet na quinta-feira, 5 de fevereiro.

O Acre figura entre os estados brasileiros com alta incidência de SRAG, classificando-se em nível de risco elevado: Foto/Reprodução

De acordo com o levantamento, uma das mortes ocorreu sem a identificação precisa do vírus responsável, enquanto a segunda foi associada à Influenza A, subtipo H3N2. No total, o estado registrou 19 casos de SRAG com vírus ainda em investigação, além de 71 ocorrências causadas por vírus não identificados. Também foram registrados casos de Influenza H1N1 (7), Influenza H3N2 (1), Influenza A não subtipada (9), adenovírus (8), Covid-19 (11), metapneumovírus (5), Parainfluenza 1 (1), Rinovírus (10) e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), com 16 registros.

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na última semana, o Acre figura entre os estados brasileiros com alta incidência de SRAG, classificando-se em nível de risco elevado, com uma tendência crescente de casos nas últimas semanas. Este cenário contrasta com o restante do Brasil, onde a maioria dos estados apresenta uma diminuição nos casos de SRAG.

A análise da Fiocruz, referente à Semana Epidemiológica 3 (18 a 24 de janeiro), destacou que o aumento de casos de SRAG no Acre tem sido impulsionado principalmente pela circulação do vírus da Influenza A, bem como pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças pequenas.

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