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Delegado comenta investigações de morte de adolescente agredido por piloto

Delegado comenta investigações de morte de adolescente agredido por piloto

O delegado Pablo Aguiar, chefe da 38ª Delegacia de Polícia de Vicente Pires (DF), lamentou no sábado (07) a morte do adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, vítima de agressões atribuídas ao ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, de 19. O jovem estava internado desde 22 de janeiro e não resistiu às complicações clínicas.

Responsável pela investigação do caso, o delegado afirmou que o trabalho foi marcado por desafios técnicos e emocionais. Segundo ele, o processo exigiu lidar com elementos delicados enquanto se mantinha o compromisso com a busca por esclarecimento dos fatos.

Declaração destaca peso da investigação

Em publicação nas redes sociais, Pablo Aguiar declarou que conduzir o inquérito significou enfrentar “fatos, provas e silêncios difíceis”, ressaltando que, por trás de cada etapa investigativa, havia uma vida que merecia respeito.

O delegado também prestou solidariedade à família e amigos do adolescente, defendendo que Rodrigo seja lembrado com dignidade. Durante a apuração do caso, Aguiar chegou a se emocionar em entrevista coletiva concedida no fim de janeiro, quando falou sobre o impacto humano da investigação.

Reprodução / redes sociais

Prisão e andamento do caso

As investigações conduzidas pela 38ª DP resultaram na prisão preventiva de Pedro Turra. A Polícia Civil apura as circunstâncias da agressão e os desdobramentos jurídicos do caso seguem sob análise do Judiciário e do Ministério Público.

Rodrigo havia sido socorrido em estado grave, com traumatismo craniano, e permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular em Águas Claras. Apesar dos esforços médicos, o adolescente morreu em decorrência das lesões.

Confirmação da morte

O óbito foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex. Até a última atualização, os familiares não haviam se pronunciado publicamente. O caso gerou mobilização de amigos e moradores do Distrito Federal, que realizaram vigílias durante o período de internação do adolescente.

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