A identificação do corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, morta pelo síndico do prédio onde morava, será realizada por meio de exame de DNA extraído dos dentes da vítima. O corpo foi encontrado em estado de ossada em uma área de mata de Caldas Novas (GO), após Cleber Rosa de Oliveira confessar o crime e indicar o local à Polícia Civil. Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro de 2025.
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De acordo com a Polícia Civil, o procedimento é necessário devido ao avançado estado de decomposição em que os restos mortais foram localizados. Segundo os investigadores, o material encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) era composto apenas por ossos, sendo os dentes a única fonte viável para tentativa de extração de DNA.
O processo de identificação pode levar até sete dias. Somente após a confirmação oficial o corpo será liberado para a família.
Novas perícias
Durante as investigações, uma bala foi encontrada alojada na cabeça de Daiane. A Polícia Civil agora busca esclarecer em que momento o disparo ocorreu, já que moradores do condomínio relataram não ter ouvido tiros no dia do desaparecimento da corretora.
Uma reconstituição do crime deverá ser realizada no prédio onde a vítima morava, com o objetivo de analisar a dinâmica dos fatos.
Peritos também fizeram buscas por vestígios de sangue nas áreas comuns do condomínio e no veículo do síndico. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a identificação de material biológico. A arma utilizada no crime ainda não foi localizada nem apresentada às autoridades.
Relembre o caso
O corpo da corretora de imóveis Daiane Alves Souza foi encontrado na última quarta-feira (28), em uma área de mata em Caldas Novas. O síndico Cléber Rosa de Oliveira é apontado como o autor do crime e foi preso. O filho dele também foi detido por envolvimento no caso.
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