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Antes de matar professora, aluno publicou frase assustadora nas redes

Antes de matar professora, aluno publicou frase assustadora nas redes

O aluno suspeito de assassinar a professora de Direito Juliana Santiago dentro de uma faculdade particular de Porto Velho publicou, meses antes do crime, mensagens nas redes sociais que passaram a ser associadas ao caso após a repercussão do ataque. Em uma das postagens, ele escreveu uma frase considerada assustadora por usuários que comentaram o conteúdo após a tragédia.

Em seu perfil, o suspeito fez várias publicações sobre erros e relação familiar. Em um dos posts, João Junior fala sobre cometer erros.

“Primeiro você erra, depois piora. Não, tô confuso”, diz a publicação.

Após o crime, internautas reagiram nos comentários com críticas e mensagens de indignação.

Uma usuária da rede social escreveu nos comentários:

“Depois tira a vida da pessoa cruelmente”.

Reprodução / redes sociais

Ataque dentro da sala de aula

Juliana Santiago morreu na noite de sexta-feira (6) depois de ser atacada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho. A instituição confirmou que o suspeito, identificado como João Cândido da Costa Junior (24), é estudante da faculdade.

Imagens gravadas por pessoas que estavam no local mostram o momento em que o suspeito foi contido por outros alunos até a chegada das autoridades. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Central de Polícia.

A professora chegou a ser socorrida e levada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos.

Investigação em andamento

Até o momento, a polícia não divulgou a motivação do ataque. O caso segue sob apuração para esclarecer a dinâmica do crime e os fatores que levaram à agressão. Na Central de Flagrantes, a defesa do suspeito optou por não se manifestar.

Após o ocorrido, a instituição de ensino suspendeu as atividades e informou que está prestando apoio à comunidade acadêmica. O crime gerou forte comoção entre alunos, professores e moradores da capital rondoniense. As autoridades continuam ouvindo testemunhas e analisando imagens e informações que possam contribuir para a investigação.

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