Leo Franco/ Agnews

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) oficiou a escola de samba Portela e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) após um integrante da agremiação “voar” pela Marquês de Sapucaí em um drone gigante. Em nota, a agência disse que a Portela tem 10 dias para encaminhar as informações solicitadas.
Veja o momento:
CARA, TEM ALGUÉM VOANDO NA COMISSÃO DE FRENTE DA PORTELA
QUE ISSO, MANÉ???#CarnavalVDS pic.twitter.com/8D7j2ZNbQ6
— Voz do Samba 🥁 🎙️ (@vozdosamba_) February 16, 2026
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No comunicado enviado ao Metrópoles, a Anac disse: “A norma (RBAC-E nº 94) define, além da proibição do transporte de pessoas, que o operador de drones precisa respeitar uma distância mínima de 30 metros horizontais e o piloto não pode, em hipótese alguma, colocar vidas em risco.”
“O limite de 30 metros não precisa ser observado caso haja barreira mecânica suficientemente forte para isolar e proteger as pessoas não envolvidas na eventualidade de um acidente. Entretanto, não foi o que se viu na Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (16)”, completa.
“A Anac oficiou tanto a escola quanto a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), solicitando o apoio no reforço às instruções relacionadas à proibição do uso de drones tripulados. A Agência também solicitou que a escola informe o modelo do equipamento utilizado, número de série, comprovação de registro do equipamento junto à Anac, dados do piloto remoto da aeronave. A Portela tem dez dias para encaminhar as informações”, finaliza.
O Metrópoles tenta contato com a escola e com a Liesa para esclarecer as informações. O espaço segue aberto.
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