Mais de uma década após a morte do funkeiro MC Daleste, novas declarações reacenderam o debate sobre os bastidores do crime que chocou o país. Segundo Jorge Lordello, especialista em segurança pública e ex-delegado de polícia, o artista teria recebido uma ligação de alerta antes do show em Campinas, no interior de São Paulo, onde foi assassinado em julho de 2013.
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De acordo com Lordello, MC Daleste foi avisado para “tomar cuidado” ao se apresentar na cidade, informação que reforça a possibilidade de que o cantor já estivesse sob ameaça antes de subir ao palco. A declaração foi feita em entrevista recente e ganhou repercussão, levantando questionamentos sobre a segurança do evento e o contexto que antecedeu o crime.
A apresentação ocorria em um show ao ar livre, quando o funkeiro foi atingido por um disparo de arma de fogo enquanto se apresentava diante do público. Daleste chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. O assassinato causou comoção nacional e se tornou um dos casos mais emblemáticos da violência contra artistas no Brasil.
Falhas graves na segurança
Para Jorge Lordello, o suposto alerta telefônico indica que havia indícios claros de risco, mesmo que o autor do crime nunca tenha sido identificado. O ex-delegado destaca que o episódio evidencia falhas graves na segurança de eventos públicos e a exposição de artistas a situações de vulnerabilidade.
Passados mais de dez anos, a morte de MC Daleste segue sem solução, apesar das investigações realizadas à época. O cantor, que tinha apenas 20 anos, vivia o auge da carreira e era um dos principais nomes do funk paulista.
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