O caso envolvendo o ex-goleiro Bruno Fernandes e a modelo Eliza Samúdio é um dos crimes mais chocantes e emblemáticos da história recente do Brasil. A trama ganhou repercussão nacional em 2010, ao unir fama, violência, desaparecimento e um julgamento que mobilizou a opinião pública por anos.
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Eliza Samúdio mantinha um relacionamento conturbado com Bruno, então goleiro do Flamengo, e afirmava que ele era o pai de seu filho. O reconhecimento da paternidade foi motivo de conflitos, ameaças e disputas judiciais. Em junho de 2010, Eliza desapareceu após viajar para Minas Gerais, onde foi vista pela última vez.
As investigações apontaram que Eliza foi assassinada a mando de Bruno, com participação de amigos e conhecidos do jogador. Embora o corpo nunca tenha sido encontrado, depoimentos, contradições e provas reunidas pela polícia sustentaram a acusação de homicídio, sequestro e ocultação de cadáver. O caso revelou detalhes brutais, incluindo o envolvimento de terceiros no crime e tentativas de encobrir o ocorrido.
Em 2013, Bruno foi condenado a mais de 22 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samúdio, além de outras penas relacionadas ao sequestro do filho do casal. O crime gerou debates intensos sobre violência contra a mulher, machismo, poder, impunidade e a forma como figuras públicas são tratadas pelo sistema de justiça.
O filho de Eliza, Bruninho, foi criado pela avó materna e, anos depois, seguiu carreira no futebol. O caso permanece como um marco doloroso na memória coletiva do país e é frequentemente lembrado como símbolo da luta contra a violência de gênero e da importância da responsabilização criminal, independentemente da fama ou status social.
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