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Suzane von Richthofen provoca tumulto em delegacia; entenda

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Suzane von Richthofen provoca tumulto em delegacia; entenda

Condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os próprios pais, Suzane von Richthofen esteve na 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, na tarde do último sábado (10), para tentar liberar o corpo do tio, Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no bairro Campo Belo. A presença de Suzane na unidade policial causou tumulto e gerou confusão.

De acordo com o portal Metrópoles, a documentação para a liberação do corpo já havia sido iniciada por uma prima do médico. No entanto, Suzane tentou assumir os trâmites, alegando ter parentesco direto que lhe garantiria esse direito. A movimentação provocou atraso na conclusão da papelada.

Mesmo tentando se identificar com o sobrenome de casada, Suzane Louise Magnani Muniz, adotado após o casamento com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem teve um filho, ela acabou sendo reconhecida pelos policiais.

Ainda segundo a reportagem, Suzane também foi até o Instituto Médico Legal (IML), onde o corpo do tio estava, em nova tentativa, sem sucesso, de liberar o cadáver. Miguel Abdala Netto havia sido ex-inventariante do espólio da família e tutor de Andreas von Richthofen, irmão mais novo de Suzane.

Detalhes da morte do tio de Richthofen

Apesar de não haver sinais aparentes de violência ou indícios claros de crime, o boletim de ocorrência referente à morte de Miguel Abdala, registrada na rua Baronesa de Bela Vista, na região da Vila Congonhas, foi classificado como morte suspeita. O caso é investigado pela mesma delegacia que conduziu o inquérito do assassinato dos pais de Suzane, ocorrido em outubro de 2002, crime executado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos a mando dela.

Durante as investigações do homicídio dos pais, Suzane chegou a prestar depoimento no 27º DP ao menos duas vezes, acompanhada justamente pelo tio Miguel.

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