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Prefeito de Bacabal atualiza investigações por irmãos desaparecidos há 19 dias

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Prefeito de Bacabal atualiza investigações por irmãos desaparecidos há 19 dias

O prefeito de Bacabal, Roberto Costa (MDB), concedeu entrevista ao Itatiaia, nesta quinta-feira (22), e atualizou a situação das investigações no município localizado no interior do Maranhão em busca dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, desaparecidos há 19 dias.

O primo deles, Anderson Kauãn, de 8, também havia desaparecido no dia 4 de janeiro. Ele, no entanto, foi encontrado três dias depois, quando foi internado em uma unidade de saúde e recebeu tratamento multiprofissional. Nesta semana, ele recebeu alta e voltou ao local onde esteve com os primos, para tentar auxiliar as buscas, na região da “casa caída” e do Rio Mearim.

“É uma comunidade que fica em uma região rural de Bacabal. O desaparecimento aconteceu exatamente dentro da comunidade de São Sebastião dos Pretos. As crianças saíram para ver a vó e, neste trajeto, desapareceram. Depois de três dias, conseguiram localizar o Kauã, de oito anos, na região de São Raiumundo”, relatou Costa.

O prefeito relatou que o garoto ajuda nas buscas, mas sempre sendo observado com cuidado, depois de ter perdido cerca de 10 kg. “Ele já esteve no local em que foi encontrado. Claro, com todo um suporte, para garantir a integridade física e mental do Kauã”, disse.

Mãe e padrasto suspeitos

Nesta quinta-feira, durante o 19º dia de buscas, as investigações tiveram uma reviravolta, já que a Polícia Civil do Maranhão (PCMA) fez uma revelação bombástica envolvendo a mãe e o padrasto dos menores.

Isso porque as investigações policiais passaram a tratar os dois como suspeitos. O motivo é que o casal apresentou versões diferentes em seus depoimentos sobre o dia em que as crianças sumiram, no último dia 4 de janeiro.

Outro fator importante para eles passarem a ser tratados como suspeitos é que não iniciaram a busca pelos menores imediatamente após o sumiço, alegando que foram orientados por populares a esperarem 24 horas para procurarem ajuda.

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