A Polícia Civil prendeu, na tarde desta terça-feira (20), um homem suspeito de envolvimento direto na morte do policial militar Fabrício Gomes de Santana, de 40 anos, na região metropolitana de São Paulo. Segundo as investigações, o PM foi mantido em cárcere privado antes de ser assassinado.
O suspeito, identificado pelas iniciais G.S.S., é apontado como proprietário do bar e da residência onde Fabrício teria sido levado após uma discussão em uma área dominada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), em Itapecerica da Serra. De acordo com a polícia, ao perceber a chegada dos agentes, ele tentou fugir, mas foi alcançado e detido.
As investigações indicam que o policial se desentendeu com um integrante da facção criminosa no início de janeiro. A partir desse episódio, a execução teria sido determinada por um chamado “tribunal do crime”. Até o momento, quatro pessoas já foram presas por participação no caso.
Fabrício Gomes de Santana estava desaparecido desde o dia 7 de janeiro. Durante as buscas, o carro do PM foi encontrado totalmente carbonizado em uma área de mata. Imagens de câmeras de segurança mostram o veículo circulando pouco antes do desaparecimento, acompanhado por outro automóvel.
O corpo do policial foi localizado dias depois, em Embu-Guaçu. A polícia segue com as investigações para identificar outros envolvidos e esclarecer todas as circunstâncias do crime.
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