Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como Cachulé, morreu após um confronto com a Polícia Militar nesta sexta-feira (16). Ele era apontado pelas autoridades como um dos principais líderes do crime organizado na Comunidade do Barbante, também chamada de Vila Joaniza, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro. O criminoso estava foragido do sistema prisional desde 2016.
De acordo com a Polícia Militar, Cachulé era investigado por envolvimento em ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) instalado na região, o que o colocava como alvo prioritário das forças de segurança.
Ação contou com apoio aéreo do GAM
A Polícia Militar informou que agentes localizaram e abordaram o veículo onde Cachulé estava circulando no interior da comunidade. Segundo a corporação, o suspeito reagiu à ação policial, dando início a um intenso confronto armado. Durante a troca de tiros, o traficante foi baleado em pelo menos duas partes do corpo, sendo uma no ombro e outra na região da bacia.
Mesmo ferido, ele foi socorrido pelas equipes, mas não resistiu aos ferimentos. Na operação, os policiais apreenderam dois fuzis de alto calibre e recuperaram um automóvel que estava em posse do criminoso. A ação contou com a atuação do 17º Batalhão da PM, com apoio do Grupamento Aeromóvel (GAM), que empregou um helicóptero para dar suporte às buscas e ao cerco na área.
Após o fim do confronto, o local foi isolado para a realização da perícia técnica. O caso passou a ser acompanhado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DH), responsável pela investigação das circunstâncias da morte e pelos desdobramentos da operação policial.
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