A influenciadora digital acreana Dalila Nobre voltou a repercutir nas redes sociais ao compartilhar mais um relato enviado por seguidoras, desta vez envolvendo uma história ocorrida no município de Sena Madureira, no interior do Acre. Conforme destacado pela própria influenciadora, todos os personagens citados no caso tiveram suas identidades preservadas.

Após a realização de um exame de DNA, foi confirmada a paternidade do chefe | Foto: Reprodução
Segundo o relato, a situação teria começado quando uma mulher passou a trabalhar em uma empresa de grande porte na cidade. Durante o período, ela teria se envolvido amorosamente com um de seus superiores hierárquicos. À época, ambos seriam casados. Da relação, nasceu uma criança, que hoje tem cerca de quatro anos.
Ainda de acordo com o relato, o suposto pai biológico teria exigido que o caso fosse mantido em segredo, inclusive da esposa dele, que até hoje não saberia da existência da filha.
A história se torna ainda mais complexa porque o então marido da mulher, que não seria o pai biológico da criança, teria registrado a menina como filha e a criado durante anos. Posteriormente, após a realização de um exame de DNA, foi confirmada a paternidade do chefe da empresa, o que teria provocado conflitos familiares e rompimento do casamento.
Conforme o relato repassado por Dalila Nobre, mesmo após a confirmação da paternidade, o homem não teria demonstrado interesse em registrar oficialmente a criança nem assumir publicamente a filha. A mãe afirma que tentou resolver a situação de forma amigável, mas, diante da recusa, estaria decidida a procurar o suposto pai para exigir uma solução definitiva.
A mulher, que hoje é formada e atua como técnica de enfermagem, relatou que conseguiu sustentar a filha sozinha ao longo desses anos, mas se diz abalada emocionalmente pela ausência da figura paterna na vida da criança. O que mais teria causado indignação, segundo o depoimento, é o fato de o homem manter nas redes sociais uma imagem de família estruturada, ligada à igreja, enquanto se nega a reconhecer publicamente a filha.