A ex-atriz pornô Devyn Michels, de 47 anos, foi condenada nesta semana à prisão perpétua pelo assassinato do então namorado, Johnathan Willette, de 46 anos, nos Estados Unidos. Segundo as investigações, o crime teria sido cometido para que ela pudesse se casar com o enteado, filho da vítima.
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Devyn, que tinha certa notoriedade no meio adulto em Las Vegas, Nevada, mantinha um relacionamento marcado por idas e vindas com Johnathan, com quem teve duas filhas.
Corpo foi encontrado pela própria mãe da vítima
O corpo de Johnathan Willette foi encontrado pela própria mãe, dentro da residência onde ele morava. De acordo com a imprensa local, o cadáver estava envolto em cobertores e coberto de sangue, evidenciando a brutalidade do crime.
As autoridades confirmaram que a vítima foi decapitada, o que agravou ainda mais a acusação contra Devyn Michels.
Crime teria sido motivado por disputa pela guarda dos filhos
Segundo a promotoria, o assassinato foi motivado por ciúmes e pela disputa judicial pela guarda das crianças. Johnathan havia conseguido a custódia integral dos dois filhos do casal, o que teria intensificado os conflitos entre eles.
Devyn e Johnathan se casaram em 2012 e se divorciaram em 2018, após anos de um relacionamento instável. O caso ganhou contornos ainda mais chocantes quando, após o divórcio, Devyn passou a se relacionar e posteriormente se casou com Deviere Willette, filho de Johnathan.
Julgamento foi marcado por cenas fortes
O julgamento de Devyn Michels foi marcado por momentos de forte impacto emocional. O promotor alertou os jurados sobre uma “jornada perturbadora” e apresentou imagens explícitas da cena do crime, incluindo fotos do corpo decapitado da vítima.
De acordo com a revista People, a acusação sustentou que o assassinato foi planejado com o objetivo de eliminar o ex-marido e permitir que Devyn criasse os filhos ao lado do novo companheiro, Deviere.
Sentença
Na quinta-feira (8), a juíza Tierra Jones condenou Devyn Michels a 20 anos de prisão, acrescidos de 8 a 20 anos adicionais pelo uso de arma letal, antes que ela possa solicitar liberdade condicional, conforme informou o Court House News.
Durante a leitura da sentença, o promotor John Giordani foi enfático ao classificar a ré:
“Ela está no extremo do espectro do mal, juiz”, declarou.
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