Ícone do site Juruá Informativo

‘Ela não fez nada grave’: Leonora Áquila defende Romagaga sobre prisão após bagunça em hotel; assista

‘ela-nao-fez-nada-grave’:-leonora-aquila-defende-romagaga-sobre-prisao-apos-bagunca-em-hotel;-assista

‘Ela não fez nada grave’: Leonora Áquila defende Romagaga sobre prisão após bagunça em hotel; assista

Na data de hoje, Leonora Áquila em entrevista gravada com a influencer Romagaga, com a participação do advogado Roberto Chamorro, na qual saiu em defesa da criadora de conteúdo diante da repercussão do caso envolvendo sua prisão. Durante a conversa, Leonora adotou um tom firme ao afirmar que Romagaga é uma pessoa em situação de vulnerabilidade e que o episódio precisa ser analisado com cautela e respeito às garantias legais.

Segundo Leonora, um policial envolvido na ocorrência teria afirmado que Romagaga não cometeu nada grave, mesmo após o episódio ocorrido em um hotel, onde a influencer realizou uma live nua, teria ameaçado pessoas e tentado danificar um computador. A apresentadora destacou que, apesar da confusão e da repercussão nas redes sociais, não houve reconhecimento de gravidade suficiente por parte da autoridade policial para justificar a narrativa que se espalhou na internet.

Durante a entrevista, Leonora chegou a questionar diretamente o advogado Roberto Chamorro sobre como o caso poderia avançar juridicamente diante da própria fala atribuída ao policial. Para ela, há uma contradição entre a ausência de um ato considerado grave e a forma como Romagaga passou a ser tratada publicamente após o episódio.

Leonora Áquila também criticou duramente a reação nas redes sociais, condenando julgamentos precipitados e acusações feitas por internautas. Ela reforçou que Romagaga ainda não foi julgada pela Justiça, lembrando que a influencer segue com seu réu primário preservado, o que, segundo ela, deve ser respeitado até que haja uma decisão judicial definitiva.

O advogado Roberto Chamorro, que acompanha o caso, participou da entrevista contextualizando os aspectos legais e reforçando a importância de que o processo siga os trâmites corretos, sem condenações antecipadas.

O caso foi registrado como desobediência, desacato, ato obsceno, ameaça, embriaguez e invasão no 78º Distrito Policial (Jardins).

Leia também:

Sair da versão mobile